A redução no preço do diesel A — combustível base comercializado nos postos — trouxe consolação repentino para empresas de transporte. O valor médio nas refinarias caiu para R$ 3,55 por litro, uma baixa de R$ 0,17. Desde dezembro de 2022, a queda acumulada é de R$ 0,94, o equivalente a 20,9%, chegando a 29% se ajustada pela inflação.
No entanto, de consonância com a Gestran, empresa especializada em tecnologia para gestão de frotas, o lucro real depende do uso de ferramentas de controle. Isso porque até 30% do combustível pode ser esperdiçado em fraudes, desvios, falhas mecânicas e hábitos ineficientes de direção.
“Essa é uma ótima notícia, mas, para que a economia se concretize no dia a dia, é preciso muito mais do que torcer por quedas de preço. É preciso gestão, estratégia e tecnologia”, afirma Paulo Raymundi, CEO da Gestran.
Segundo ele, o primeiro passo para reduzir custos é entender para onde o diesel está indo. Com o sistema Gestran Combustível, o fornecimento de cada caminhão é registrado em tempo real. O sistema também monitora o histórico de consumo, detectando variações que podem indicar fraudes ou falhas mecânicas.
A tecnologia permite configurar parâmetros, porquê o consumo médio por quilômetro rodado. Se o sistema identificar um consumo maior que o esperado, emite um alerta para o gestor investigar e agir rapidamente. Isso garante controle contínuo e reduz desperdícios.
Outro diferencial é o impacto direto na negociação de compras. “Com dados em mãos, as empresas conseguem planejar abastecimentos, identificar os postos mais vantajosos e evitar combustível de má qualidade, que pode comprometer a frota”, explica Raymundi.
O sistema ainda permite que os gestores definam postos autorizados, com base em preço e qualidade. Isso evita paradas em locais não homologados e contribui para a padronização do fornecimento.
Além de prevenir desperdícios, o controle do dedo melhora a precisão, reduz erros manuais e facilita auditorias internas. “A tecnologia transforma a gestão de combustível em uma operação de subida eficiência. Reduz o dispêndio por quilômetro, preserva a frota e ainda prepara as empresas para enfrentar novas oscilações de mercado”, conclui Raymundi.
Mesmo com o diesel mais barato, a eficiência logística só se concretiza com monitoramento do dedo e dados confiáveis. É essa gestão que permite às empresas transformar uma boa notícia em economia real e sustentável.
