O Grupo SADA, conglomerado que atua, entre outros segmentos, na logística e no transporte de veículos zero-quilômetro, inaugurou sua primeira base própria de provimento de Gás Originário Veicular (GNV) dedicada ao transporte pesado. A estrutura está localizada no Recinto Carreteiro da Brazul, em São Bernardo do Campo (SP), e integra o Programa de Descarbonização da Frota Pesada da companhia, iniciado em 2024.
A iniciativa foi desenvolvida em parceria com a MWM, a Comgás e a General Motors, reunindo infraestrutura de provimento, fornecimento de gás, adaptação tecnológica dos veículos e operações logísticas. Segundo o Grupo SADA, a novidade base de provimento GNV foi estruturada para concordar a redução de emissões associadas ao transporte rodoviário pesado de cargas.
A transição para combustíveis alternativos está relacionada ao pilar ambiental da estratégia ASG do Grupo SADA. O programa procura reduzir as emissões de CO2, de materiais particulados e de outros poluentes associados às operações de transporte pesado. Outrossim, a novidade base recebeu a certificação Selo Posto GNV Sustentável e foi integrada ao Programa Melhor Ar, conforme informado pela companhia, em razão do cumprimento de normas relacionadas à segurança e à sustentabilidade.

Durante a solenidade de buraco, Luísa Medioli, Diretora de Sustentabilidade do Grupo SADA, comentou a preço da infraestrutura para as operações da companhia e a participação dos parceiros envolvidos no projeto.
“Levante projeto representa um passo concreto na transformação e no sazão das nossas operações. Mais do que uma novidade estrutura física, esta base materializa o nosso compromisso com uma logística eficiente, competitiva e sustentável. A união estratégica entre tecnologia, fornecimento e a crédito de nossos parceiros comerciais nos permite entregar soluções ágeis e preparadas para os desafios do setor”, destaca a executiva.
Base de provimento GNV reúne Grupo SADA, Comgás, MWM e General Motors
A viabilização mercantil e técnica da base de provimento GNV envolveu diferentes responsabilidades entre as empresas participantes. O Grupo SADA é responsável pela operação logística universal e pela transporte de seu programa de redução de emissões da frota. Por sua vez, a Comgás assegura o fornecimento de gás oriundo e a estruturação da rede física de distribuição lugar.
No vista tecnológico, a MWM realizou o retrofit completo da motorização dos caminhões pesados utilizados no projeto, adaptando-os para operar com gás. Já a General Motors participa porquê parceira estratégica operacional, impulsionando a demanda e viabilizando os fluxos de escoamento no recinto de São Bernardo do Campo.
“Já temos milhares de veículos rodando a gás no Brasil, e a Comgás chega porquê parceira para viabilizar a infraestrutura, a oferta de vontade e essa transição energética, por meio de um combustível que sabemos que é confiável e disponível. É essa taxa que estamos trazendo e colocando em prática cá hoje”, explicou Thiago Borer, Head do segmento de Mobilidade da Comgás.
A estrutura da novidade base foi dimensionada para atender integralmente à demanda diária de provimento dos caminhões pesados alocados na unidade de São Bernardo do Campo. Atualmente, 10 caminhões de grande porte operam abastecendo-se na base da Brazul. Esse número se soma a outros 25 veículos movidos a GNV que estão ativos em Betim (MG).
O evento de inauguração também contou com apresentações técnicas e comerciais de executivos das empresas parceiras. Thiago Reis Borer de Oliveira, representando a Comgás, e Cristian Malevic, vice-presidente de Virilidade, Descarbonização e Economia Rodear da MWM, abordaram os desafios relacionados à integração da tecnologia dos motores e ao fornecimento seguro de gás. Representantes da General Motors também participaram do encontro.
Pelo Grupo SADA, estiveram presentes Axel Ribeiro, diretor de Operações, e Marcos Rogério, gerente de Frotas e Oficinas de Veículos Pesados. Durante o evento, foram apresentadas informações sobre a relação entre a infraestrutura de GNV, a operação da frota e as iniciativas de descarbonização do transporte pesado.
“O primeiro passo foi cumprido. Desenvolvemos um projeto que entrega potência e torque semelhantes aos de um motor a diesel, mas com menor consumo. E, à medida que avançamos na escalabilidade, percebemos também uma boa receptividade de quem conduz esses veículos, que muitas vezes preferem guiar o caminhão a gás. É um veículo mais confortável, com menos vibração, o que contribui para o bem-estar dos motoristas e, ao mesmo tempo, reduz a pegada de carbono”, afirmou Cristian Malevic da MWM.
O Grupo SADA informou que seguirá monitorando os indicadores de consumo e a redução de emissões gerados pela operação. Os dados deverão subsidiar a avaliação sobre a expansão da infraestrutura própria para outras rotas logísticas estratégicas do país.
