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Boom do e-commerce impulsiona mercado de empilhadeiras e acelera modernização logística no Brasil, comenta Tria

O progressão vertiginoso do e-commerce no Brasil, que cresceu mais de 227% desde 2019, tem provocado uma transformação estrutural na enxovia logística e impulsionado significativamente o mercado de empilhadeiras no país. A movimentação acelerada de mercadorias exige centros de distribuição mais eficientes, o que leva empresas a investirem em equipamentos de movimentação modernos, elétricos e automatizados.

Boom do e-commerce impulsiona mercado de empilhadeiras e acelera modernização logística no Brasil, comenta Tria

Segundo a Abcomm (Associação Brasileira de Transacção Eletrônico), o faturamento do setor saltou de R$ 89,96 bilhões em 2019 para R$ 204,27 bilhões em 2024, e a previsão é que ultrapasse R$ 234 bilhões em 2025. Com isso, cresce a procura por empilhadeiras que oferecem desembaraço, alcance vertical, precisão e menor impacto ambiental.

“O varejo do dedo impôs um novo padrão de eficiência. Hoje, quem não investe em desembaraço perde competitividade. As empilhadeiras tecnológicas são secção principal desse processo”, explica Humberto Mello, diretor da Tria Empilhadeiras, empresa especializada em soluções para movimentação de cargas.

Com espaços de armazenamento cada vez mais otimizados, os modelos mais procurados são os elétricos e compactos, ideais para operações em corredores estreitos e com grande exigência de produtividade. Empilhadeiras com baterias de lítio têm ganhado espaço pela sustentabilidade, redução de emissões, operação silenciosa e inferior dispêndio de manutenção, além de estarem alinhadas às metas ESG de grandes corporações.

Dados da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) indicam que o setor de movimentação e armazenagem cresceu 12% em 2023, revérbero direto da expansão do transacção eletrônico. O propagação contínuo do e-commerce tende a manter esse ritmo nos próximos anos, impulsionando a inovação tecnológica e a qualificação profissional no setor.

Para Mello, o papel das empilhadeiras foi redefinido: “Elas deixaram de ser unicamente equipamentos de fardo e se tornaram ferramentas estratégicas, com impacto direto na performance e na competitividade das operações logísticas modernas”, conclui.

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