Em 2026, a digitalização tende a assumir um papel ainda mais médio na estratégia das empresas, mormente em setores tradicionalmente operacionais, porquê o atacado e a distribuição, aponta a ION Sistemas – empresa que desenvolve soluções tecnológicas voltadas ao setor atacadista e de distribuição, com foco na integração de processos comerciais e operacionais. Nesse contexto, a tecnologia deixa de ser exclusivamente uma espaço de suporte e passa a atuar porquê elemento estruturante para geração de valor, eficiência operacional e competitividade.
O progressão de soluções baseadas em perceptibilidade sintético (IA) e integração de dados em tempo real está redefinindo a forma porquê empresas planejam, vendem e se relacionam com clientes no envolvente B2B. Assim, processos que antes dependiam de atividades manuais passam gradualmente a ser orientados por indicadores e análises automatizadas, ampliando a capacidade de tomada de decisão estratégica.

Segundo dados da International Data Corporation (IDC), os investimentos globais em transformação do dedo devem atingir muro de US$ 3,9 trilhões até 2027. Esse movimento é impulsionado principalmente pela adoção de soluções baseadas em dados e perceptibilidade sintético. No Brasil, o mercado de tecnologia da informação também segue em expansão, com propagação previsto supra da média global, de convenção com projeções da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES).
Para Régis Oliveira, CEO da ION Sistemas, empresas que pretendem crescer precisam tratar a tecnologia porquê infraestrutura estratégica. Segundo ele, o papel da tecnologia evoluiu de suporte operacional para elemento médio do negócio. De convenção com o executivo, não se trata mais exclusivamente de possuir um sistema, mas de racontar com uma base tecnológica capaz de sustentar propagação, integração e perceptibilidade nas operações.
Esse movimento acompanha uma transformação estrutural mais ampla no envolvente corporativo. Cada vez mais organizações estão migrando de modelos baseados em processos manuais para estruturas orientadas por dados, nas quais decisões comerciais e operacionais são tomadas com base em indicadores atualizados em tempo real.
“No mercado B2B, a competitividade não está exclusivamente no preço ou no resultado. Está na eficiência operacional. Empresas com base tecnológica estruturada conseguem operar com menos retrabalho, menos desperdício e mais controle. Isso gera margem, sustentabilidade e capacidade de investir em inovação.”, afirma Régis.
Estudos da Gartner indicam que organizações que adotam plataformas digitais integradas podem aumentar a produtividade mercantil em até 30%. Aliás, essas empresas tendem a melhorar significativamente a precisão no planejamento de demanda e na gestão das equipes.
No setor de distribuição, esse impacto tende a ser ainda mais relevante, uma vez que a eficiência depende diretamente da integração entre áreas porquê vendas, logística e gestão financeira. Plataformas digitais permitem que essas áreas compartilhem informações em tempo real, reduzindo falhas operacionais e aumentando a previsibilidade das operações.
Segundo Bernardo Castro, COO da ION Sistemas, o setor vive atualmente um momento de transição importante. “Estamos vendo a transição de um padrão de gestão fundamentado em processos manuais para uma lógica orientada por dados. Em 2026, empresas que não estruturarem sua perceptibilidade mercantil com suporte de tecnologia terão dificuldade em competir em eficiência e previsibilidade de vendas”, afirma.
De convenção com o executivo, a adoção de soluções tecnológicas nas rotinas comerciais já não está associada exclusivamente ao aumento de produtividade. Hoje, plataformas digitais integradas permitem escoltar indicadores de performance de vendas, comportamento de clientes e realização de pedidos com maior precisão, criando condições para decisões mais rápidas e estratégicas.
“A digitalização não é mais uma vantagem competitiva; ela está se tornando um pré-requisito para operar. O distribuidor que não tiver visibilidade de dados comerciais e logísticos em tempo real perde capacidade de reação diante de um mercado cada vez mais dinâmico”, conclui Castro.
Com o progressão da transformação do dedo e a consolidação de soluções orientadas por dados, 2026 tende a marcar uma novidade temporada para o mercado B2B. Nesse cenário, eficiência operacional, integração tecnológica e perceptibilidade mercantil passam a caminhar lado a lado porquê fatores determinantes para o propagação dos negócios de tecnologia aplicados ao setor de distribuição.