A FEVER Mobilidade, hub brasílico de soluções em mobilidade sustentável e logística virente, consolidou em 2025 a liderança no segmento de VUCs elétricos (Veículo Urbano de Trouxa elétrico) com Peso Bruto Totalidade (PBT) de até 3,5 toneladas. De consonância com dados da Fenabrave – Federação Vernáculo da Distribuição de Veículos Automotores, a empresa alcançou 16% de participação de mercado, posicionando-se também no Top 3 do ranking pátrio de veículos comerciais leves 100% elétricos.
Esse desempenho está diretamente ligado a uma mudança estratégica adotada pela companhia, que passou a priorizar o protótipo B2B, em substituição ao foco anterior no varejo tradicional por meio de concessionárias. “O mercado de veículos comerciais é muito dissemelhante do varejo tradicional. Quem compra precisa de previsibilidade, relacionamento direto com a montadora e segurança no pós-venda. A viradela para o B2B foi uma resposta clara ao que o cliente corporativo vem exigindo”, afirma Nelson Füchter Rebento, fundador da FEVER.
Apesar dessa reorientação, a empresa mantém quatro concessionárias no país, que seguem exercendo papel institucional e de espeque mercantil. Ao mesmo tempo, a estratégia acompanha a demanda de empresas que utilizam o veículo porquê utensílio médio de trabalho e buscam reduzir riscos ao longo da jornada de compra, operação e manutenção.

VUCs elétricos FEVER em um mercado em aceleração
O progresso da FEVER ocorre em um cenário de potente prolongamento da eletrificação no Brasil. Em 2025, os emplacamentos de automóveis e comerciais leves eletrificados — considerando híbridos e elétricos — somaram 285.097 unidades, subida de 60,8% em relação a 2024. No recorte específico de veículos comerciais leves elétricos puros, o prolongamento foi de 29,6% no aglomerado do ano, reforçando a eletrificação porquê tendência estrutural na logística urbana.
Segundo a Fenabrave, a FEVER ocupa a terceira posição entre os fabricantes de comerciais leves elétricos no país. “Quando a empresa passa a controlar toda a jornada — da venda ao pós-venda —, o revérbero aparece rapidamente nos números. Fechar 2025 com 16% de participação e entre os líderes do segmento valida a estratégia que adotamos”, destaca Füchter.
Para 2026, a companhia projeta tomar 20% do mercado brasílico de veículos comerciais leves elétricos. A agenda inclui o lançamento dos modelos FN 1000+ e FN 1700, voltados à ampliação das operações de last mile, cárcere fria e first mile, com maior autonomia, novas tecnologias de segurança e aumento da capacidade de trouxa.
Outro foco está na substituição de frotas antigas. Estimativas indicam que muro de 40% da frota circulante brasileira tenha mais de 20 anos, o que eleva emissões, ruídos e custos operacionais. “A eletrificação de veículos comerciais não é somente uma agenda ambiental, é uma agenda econômica”, afirma Füchter, ao primar a preço de modelos financeiros viáveis para açodar essa transição.
Paralelamente, a FEVER amplia a oferta de aluguel por assinatura, com planos entre 36 e 72 meses, incluindo veículo pronto para operar, seguro, implemento, telemetria, assistência 24 horas e guincho. Para grandes frotas, há planos corporativos com benefícios adicionais.
No pós-venda, a empresa mantém parceria com a Bosch Car Service, utilizando uma rede com mais de milénio pontos de atendimento no país. “Para quem depende do veículo para trabalhar, o pós-venda não é pormenor, é decisivo”, afirma Füchter, ao primar a capilaridade e previsibilidade porquê fatores-chave para a competitividade no segmento de veículos comerciais elétricos.