Com o incremento contínuo da produção agrícola brasileira, a logística do agronegócio passou a ocupar um papel ainda mais estratégico dentro da masmorra produtiva. De consonância com levantamento de janeiro de 2025 realizado pelo Esalq-LOG em parceria com o Departamento de Lavradio dos Estados Unidos, 54,2% da produção de grãos do país foi escoada por meio do transporte rodoviário, oferecido que reforça a subordinação das estradas e, ao mesmo tempo, evidencia a urgência de soluções mais eficientes e tecnológicas. Nesse contexto, prometer que a produção chegue ao orientação correto, no prazo adequado e com o menor dispêndio provável tornou-se um diferencial competitivo relevante.

Para André Pimenta, CEO da Motz, transportadora do dedo que conecta cargas e destinos, o setor logístico ganhou valimento estratégica no agronegócio ao incorporar tecnologia logística e lucidez operacional. “Hoje, esse segmento é um elemento-chave para o incremento da masmorra produtiva, pois vai além do simples transporte, utilizando tecnologia para otimizar rotas, evitar imprevistos e consequentemente prometer mais segurança nas operações. Com monitoramento de fardo em tempo real e processos automatizados, garantimos que os produtos cheguem ao orientação sem atrasos e com qualidade, tornando toda a operação mais eficiente”, afirma.
Ao longo do último ano, a empresa intensificou a atuação no agronegócio, setor forçoso para a economia brasileira. Porquê resultado, ampliou a base de motoristas cadastrados para mais de 100 milénio profissionais e investiu em soluções digitais voltadas à eficiência e à graduação das operações. A partir desses aprendizados, Pimenta aponta três frentes centrais em que a logística moderna contribui diretamente para o desempenho do setor.
Logística do agronegócio: eficiência, previsibilidade e expansão
Em primeiro lugar, a eficiência operacional aliada à conectividade permite melhor aproveitamento de motoristas e rotas entre diferentes setores. Dessa forma, trajetos que antes retornariam vazios passam a ser utilizados, reduzindo custos e aumentando a produtividade. Ou por outra, o uso de ferramentas digitais facilita a contratação, a organização de cargas e o fluxo de documentos, o que torna a operação mais dextro e confiável. “A crescente digitalização aproxima a logística do ritmo do agro, em que o embarcador tem a urgência do comitiva de fardo em tempo real, com visão mais clara dos processos e garantia de segurança em cada lanço da entrega”, explica André.
Em segundo lugar, a previsibilidade e a prontidão são decisivas tanto para o escoamento da safra quanto para o aprovisionamento de insumos. Segundo o executivo, executar prazos é forçoso para o sucesso da produção. “A previsibilidade permite que o setor funcione de forma sincronizada, antecipando desafios e ajustando operações com prontidão, um pouco que só um processo muito planejado e fundamentado em dados pode prometer”, afirma. Nesse sentido, a entrega eficiente de fertilizantes, sementes e defensivos assegura o cumprimento das janelas de plantio. “A logística que garante o aprovisionamento no momento patente sustenta o estabilidade entre o plantio e a colheita, sendo tão estratégica quanto o próprio escoamento da produção”, ressalta.
Por término, a expansão de mercado e o alcance mercantil também dependem de uma logística muito estruturada. A conexão entre produtores e novos compradores, inclusive em regiões mais distantes, amplia oportunidades e fortalece a competitividade do agronegócio brasílico. “Um resultado muito produzido precisa chegar ao orientação de forma eficiente e segura, e isso só é provável com a operação muito estruturada”, afirma o CEO.
Esse movimento acompanha a lhaneza de novos mercados internacionais. Segundo o Ministério da Lavradio, Pecuária e Provimento, entre 2023 e 2025 o agronegócio brasílico conquistou entrada sobre 200 novos mercados, alcançando aproximadamente 60 países em todos os continentes, uma vez que Angola, Rússia e Coreia do Sul. Nesse cenário, a logística do agronegócio segue uma vez que peça medial para sustentar o incremento e a integração do setor em cadeias cada vez mais conectadas e orientadas por dados.