Mulheres ampliam presença operacional e de liderança na Total Express

Mulheres ampliam presença operacional e de liderança na Total Express

As mulheres ainda representam uma parcela limitada da força de trabalho global na logística. De consonância com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), elas correspondem sobre 24% dos profissionais do setor. Já um estudo de 2024 da Solistica indica que unicamente 15% ocupam cargos executivos, evidenciando um cenário de baixa representatividade, mormente em posições de liderança.

Nesse contexto, o setor logístico — tradicionalmente marcado pela predominância masculina em galpões, centros de distribuição e operações de transporte — passa por mudanças graduais. Na Totalidade Express, a presença feminina vem sendo ampliada por meio de iniciativas estruturadas e políticas voltadas à flutuação.

Segundo o Recenseamento de Pluralidade e Inclusão de 2025, as mulheres representam 46,3% do quadro da companhia, o equivalente a 1.763 colaboradoras. Desse totalidade, 63,9% se autodeclaram pretas ou pardas, indicando também o progressão da flutuação racial dentro da organização. Aliás, a presença feminina se distribui por diferentes níveis hierárquicos, com 31% nos cargos de coordenação, 37% nas posições gerenciais e 21% no quadro executivo.

Participação feminina cresce em cargos estratégicos

Os dados também mostram evolução ao longo do tempo. Atualmente, as mulheres representam muro de 47% do totalidade de colaboradores e 38% dos cargos de liderança. Em março de 2025, esses índices eram de 46% e 32%, respectivamente, o que demonstra propagação consistente da participação feminina em áreas estratégicas.

O levantamento detalhado aponta ainda a distribuição das colaboradoras por função: 20,6% dos heads e diretoras são mulheres; 39,5% ocupam cargos de gerência; 36,5% estão em posições de coordenação; 23,8% atuam uma vez que supervisoras; 33,3% exercem funções de liderança e 48,7% compõem o quadro universal.

Na empresa, a estratégia secção do entendimento de que a flutuação é um fator relevante para o desempenho organizacional. “Promover a isenção de gênero na logística é um compromisso que assumimos com responsabilidade e visão de horizonte. Não se trata unicamente de ampliar indicadores, mas de produzir oportunidades reais, transformar mentalidades e prometer que mais mulheres ocupem espaços com reconhecimento e protagonismo”, afirma Paula Fortaleza Branco, diretora Executiva de Gente e Gestão. “Quando investimos em flutuação, fortalecemos a cultura organizacional, estimulamos inovação e ampliamos nossa capacidade de gerar resultados sustentáveis.”

Programas ampliam presença feminina nas operações

Entre as iniciativas, destaca-se o projeto Mulheres na Estrada, que procura ampliar a participação feminina em funções operacionais, uma vez que a transporte de veículos de trouxa e atividades em centros de distribuição. A proposta inclui capacitação técnica e geração de condições para permanência e desenvolvimento profissional.

Aliás, o programa contribui para a redução de estereótipos de gênero ao tornar mais visível a atuação feminina em atividades historicamente masculinas. Dessa forma, amplia também as possibilidades de curso para novas profissionais no setor.

No envolvente interno, o Núcleo Elas integra o comitê DiversiFica Totalidade, voltado à promoção de um envolvente de trabalho mais equitativo e inclusivo. A iniciativa atua uma vez que espaço de diálogo e construção de políticas que incentivam a participação feminina em diferentes níveis da organização.

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