O Grupo Posthaus passou a disponibilizar ao mercado sua operação de fulfillment, estrutura logística desenvolvida ao longo de 42 anos de atuação no varejo de voga e 17 anos no transacção eletrônico. Segundo a empresa, marcas de e-commerce que passaram a utilizar a solução vêm registrando redução de até 45% nos custos logísticos, além de ganhos em produtividade, controle de estoque e prazos de entrega.
Com sede em Blumenau (SC), o grupo afirma que a operação foi validada em graduação pátrio e atualmente processa milhares de pedidos diariamente. O movimento marca a brecha ao mercado de uma estrutura que, até portanto, era utilizada exclusivamente pela própria varejista.

“Investimos continuamente em tecnologias e processos para mourejar com grandes quantidades de pedidos com previsibilidade. Disponibilizar essa operação a outras marcas é um movimento originário da maturidade que alcançamos”, afirma Robson Parzianello, mentor do Grupo Posthaus.
De concórdia com o executivo, a iniciativa ocorre em um momento de maior pressão por eficiência operacional e margem no envolvente do dedo. Segundo ele, muitas empresas buscam crescer sem ampliar investimentos em infraestrutura, tecnologia e equipes próprias, mormente diante de períodos sazonais de subida demanda.
“As empresas precisam se conciliar a um cenário cada vez mais dinâmico e competitivo. Muitas buscam crescer sem ampliar investimentos em infraestrutura, tecnologia e gestão de equipes próprias, ao mesmo tempo que lidam com volumes elevados e a premência de previsibilidade em picos sazonais, uma vez que datas promocionais e feriados”, completa.
Fulfillment e redução de custos logísticos no e-commerce
Segundo o Grupo Posthaus, a operação de fulfillment combina tecnologia própria, automação e lucidez de processos. A estrutura utiliza um WMS desenvolvido internamente e integrado aos principais ERPs do e-commerce brasiliano, uma vez que Bling e Tiny.
Aliás, a infraestrutura física conta com 4,5 quilômetros de esteiras automatizadas, permitindo processar grandes volumes de pedidos com maior velocidade e precisão operacional.
O protótipo também inclui um hub inteligente de fretes conectado a mais de 40 transportadoras. A proposta é ampliar a desembaraço operacional e gerar economia nos embarques. Entre os indicadores apresentados pela companhia estão taxa de erro de 0,01%, auditorias constantes para controle de estoque e redução do risco de atrasos mesmo em períodos de pico.
A Principessa, marca de voga feminina, atua uma vez que cliente-piloto do serviço desde o início da operação. Antes da parceria, a empresa mantinha toda a logística internalizada, cenário que, segundo a companhia, elevava custos operacionais e aumentava a dificuldade da gestão.
“Chegou um momento em que a gestão do sistema de provisão e distribuição começou a travar o prolongamento. O dispêndio fixo aumentava e a dificuldade do fluxo crescia mais rápido do que a capacidade de controle”, afirma Giovani Tambosi, CEO da Principessa.
Posteriormente a transmigração para o fulfillment do Grupo Posthaus, a empresa passou a registrar economia média de 18,25% nos custos de frete. Aliás, houve lucro em desembaraço nas entregas nacionais, que passaram a ter prazo médio de dois dias.
Segundo a Principessa, a integração tecnológica também permitiu obter 100% de precisão no monitoramento de estoque, com informações rastreáveis e maior previsibilidade operacional.
Outro oferecido engrandecido pela empresa é a exiguidade de erros nos envios desde o início da parceria, inclusive durante períodos de subida demanda.
“Além da otimização, o vestimenta de descrever com seguro sobre as mercadorias trouxe tranquilidade. Hoje, temos mais gestão, menos risco e mais segurança financeira”, diz o executivo.