Com o propagação do transporte de cargas impulsionado pelo e-commerce e pelo agronegócio, o Brasil enfrenta aumento da pressão sobre as rodovias. Segundo estudos do DNIT, murado de 30% dos caminhões circulam com qualquer nível de sobrecarga. Aliás, o Banco Mundial estima que o excesso de peso por eixo pode reduzir em até 40% a vida útil dos pavimentos, o que gera prejuízos milionários anuais e amplia riscos de acidentes.
Nesse cenário, a pesagem em movimento HSWIM (High Speed Weigh-in-Motion) passa a ocupar papel estratégico na fiscalização rodoviária. A tecnologia permite medir o peso dos veículos sem premência de paragem ou redução de velocidade, mantendo o fluxo logístico e ampliando o controle sobre o transporte com excesso de fardo. A expansão do sistema em corredores porquê BR-364, BR-365, BR-277 e SP-310 indica que a solução começa a integrar políticas públicas voltadas à mobilidade e à produtividade.

Pesagem em movimento HSWIM amplia fiscalização e coleta de dados nas rodovias
Os sistemas utilizam sensores instalados no pavimento para medir peso, velocidade, intervalo entre eixos e tipo de rodado durante a passagem do veículo. Simultaneamente, câmeras em pórticos registram imagens e realizam leitura automática de placas, enquanto scanners 3D capturam as dimensões. Todos os dados são processados rapidamente e enviados para plataforma em nuvem, permitindo comitiva remoto da operação.
A Toledo do Brasil atua nesse segmento com soluções que combinam sensores digitais e softwares de gerenciamento. Segundo André Prado, profissional em equipamentos de pesagem em rodovias da empresa, o país vive um momento decisivo. “O Brasil está se tornando referência mundial na fiscalização de peso em rodovias. Estamos somente no início dessa transformação no protótipo de pesagem”, afirma. Ele destaca que a tecnologia permite tarar veículos com precisão em velocidades de até 110 km/h.
De contrato com o profissional, a homologação junto ao INMETRO é um ponto medial para a consolidação do protótipo. “A homologação junto ao INMETRO garante a validade do equipamento e, em um horizonte próximo, veremos a implantação de inúmeras balanças operando diretamente na rodovia.” Aliás, ele explica que o “Sandbox da ANTT mostrou que o perfeito tálamo entre o pavimento e os sensores digitais é precípuo para prometer a confiabilidade e a espaço do sistema”. Assim porquê ocorre na pesagem lenta, o equipamento passa por aferição do IPEM, com laudo válido por 12 meses.
No cenário internacional, mais de 60 países já utilizam o HSWIM para fiscalização, engenharia e estudo de tráfico, segundo a Metrological and Road Traffic Research Association. No Brasil, o progressão acompanha tendências porquê integração com OCR, leitura de TAGs e uso de perceptibilidade sintético, ampliando o potencial de estudo de dados.
“O principal objetivo é reduzir o transporte com excesso de fardo, o que traz benefícios para todos os usuários da rodovia, porquê mais segurança no trajeto, melhor conservação do pavimento e competitividade justa entre os transportadores”, destaca André Prado. Ele acrescenta que, com a homologação pelo INMETRO, o sistema se torna replicável em diferentes rodovias, ampliando a base de dados disponível para integração com os órgãos responsáveis. “Uma vez que já foi discutido em eventos da ANTT, uma grande plataforma pátrio de integração de dados está nascendo, e nosso software em nuvem está prestes para esse cenário.”