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Pressão por eficiência impulsiona leasing logístico e amplia atuação da CHG-MERIDIAN no Brasil

Com margens pressionadas e premência crescente de produtividade, empresas de logística e indústrias têm intensificado a procura por modelos financeiros que viabilizem a modernização de ativos sem grandes desembolsos iniciais. Nesse cenário, o leasing logístico tem ganhado espaço, ampliando a atuação da CHG-MERIDIAN no Brasil, mormente na estruturação de soluções de leasing operacional e locação voltadas à renovação tecnológica de equipamentos utilizados nas operações.

O setor logístico, por sua vez, é considerado estratégico para a companhia no país. Isso ocorre devido à demanda contínua por equipamentos essenciais à movimentação de cargas e à eficiência dos fluxos produtivos. Entre os ativos mais procurados estão empilhadeiras, reach stackers e manipuladores industriais, amplamente utilizados no transporte interno de mercadorias, na movimentação de contêineres e na operação de materiais pesados em centros logísticos, portos e ambientes industriais.

Leasing logístico e modernização de equipamentos ganham relevância nas operações

Segundo Denis Zorzi, Sales Manager da CHG-MERIDIAN, empresas dos setores logístico, automotivo e industrial intenso estão entre as que mais recorrem a esse tipo de solução. “O protótipo fundamentado no uso permite preservar o capital das companhias e reduzir riscos associados à obsolescência e aos custos de manutenção. Em vez de imobilizar recursos na obtenção, o cliente acessa os equipamentos por meio de contratos estruturados que acompanham o ciclo operacional desses ativos”, afirma.

Entre os fornecedores atendidos está a Hyster, operário global de equipamentos de movimentação de trouxa. Já entre os clientes finais, empresas porquê a Obramax utilizam estruturas financeiras viabilizadas pela CHG-MERIDIAN para operar e renovar suas frotas. Os contratos costumam variar entre 36 meses e cinco anos, período posteriormente o qual a eficiência das máquinas tende a diminuir, enquanto os custos operacionais aumentam. Assim, a gestão da substituição tecnológica e da destinação dos ativos passa a ser conduzida pela própria companhia, reduzindo a dificuldade operacional para o cliente e favorecendo a transição do concepção de propriedade para o de uso.

Ou por outra, o protótipo pode gerar ganhos fiscais em determinados regimes tributários e proporcionar maior previsibilidade financeira. Outro vetor relevante é a incorporação de tecnologia embarcada aos equipamentos financiados. Soluções de telemetria permitem monitorar indicadores porquê desempenho, nível de utilização e premência de manutenção em tempo real, ampliando a perceptibilidade operacional das frotas e contribuindo para decisões mais ágeis nas operações.

Ao mesmo tempo, a agenda de descarbonização tem influenciado a demanda por soluções financeiras voltadas à renovação de frotas. “Nos últimos anos, vimos a procura por equipamentos elétricos ou híbridos praticamente vergar entre clientes logísticos. Esse movimento está ligado tanto a metas ambientais quanto à procura por maior eficiência energética e previsibilidade de custos”, relata Zorzi.

A CHG-MERIDIAN, multinacional fundada em 1979 na Alemanha, atua globalmente em soluções de financiamento e gestão do ciclo de vida de tecnologias para os setores de TI, indústria e saúde. Presente em 34 países e operando de forma independente de bancos e fabricantes, a companhia oferece modelos baseados no uso, com foco em eficiência financeira, modernização contínua e práticas sustentáveis. Seu portfólio inclui leasing operacional, gestão do dedo de ativos, exclusão certificada de dados e recomercialização segura, aplicando princípios da economia circunvalar.

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