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PX anuncia atendimento a frotas dedicadas em todo o Brasil

A PX, empresa de Joinville (SC) especializada em conectar motoristas de caminhão a transportadoras por meio de tecnologia, anunciou que está pronta para atender frotas dedicadas em suas operações de transporte rodoviário. O pregão foi feito durante o evento de ampliação física da sede da empresa, realizado em 25 de junho, marcando um passo estratégico para chupar a crescente demanda do setor logístico em todo o país.

A PX utiliza um aplicativo fundamentado em economia compartilhada para otimizar operações, reduzindo custos fixos e aumentando a rentabilidade das transportadoras. “Com a ampliação, passamos a atender nossos clientes não exclusivamente com motoristas pontuais, mas também à frota dedicada. Ou seja, a transportadora pode utilizar o Motorista PX em 30%, 50% ou até 100% de sua frota”, explica André Oliveira, CEO e cofundador da PX. “Em momentos de incerteza, transformamos custos fixos em variáveis. Outrossim, ao transferir a gestão do motorista para a PX, a transportadora ganha em produtividade”, completa.

PX amplia estrutura e anuncia atendimento a frotas dedicadas em todo o Brasil

A ampliação da sede da PX, que agora conta com 2.000 m², faz secção do projecto da empresa para prometer graduação operacional e tecnológica para novos contratos em todo o Brasil. Com o aumento da capacidade, a companhia anunciou a sinceridade de vagas de trabalho nas áreas de operações, tecnologia e atendimento, reforçando sua infraestrutura para escoltar o propagação do setor logístico.

O evento de inauguração contou com a presença do economista Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Médio e CEO da Tendências Consultoria, que participou de um tela mediado por Delton Batista, presidente do LIDE SC & RS, sobre os desafios e perspectivas para a infraestrutura logística brasileira. “A logística, o setor de transportes, que no Brasil é muito fundamentado no transporte rodoviário, é a fluente sanguínea da economia. Se esse sistema não funciona, você não tem a distribuição de riqueza no país e acaba não conseguindo gerar receitas ou empregos”, pontuou Loyola.

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