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Queda nas vendas de caminhões impulsiona receita recorrente no transporte, sinaliza Platform Science

A combinação de juros elevados e restrição ao crédito tem levado o setor de transporte rodoviário a buscar novas estratégias de geração de receita. Diante da queda nas vendas de caminhões, empresas da ergástulo logística passaram a apressar a adoção de modelos baseados em serviços e receita recorrente no transporte, com foco em maior previsibilidade financeira.

De conformidade com dados da Federação Pátrio da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de caminhões recuaram 34,6% em janeiro deste ano em relação a dezembro de 2025. Aliás, na verificação com janeiro do ano anterior, a retração foi de 30,14%. Esse cenário reforça a premência de diversificação das fontes de receita em um envolvente mais volátil.

Nesse contexto, a mudança de protótipo reflete uma tentativa de reduzir a subordinação de vendas pontuais de ativos. Ao mesmo tempo, empresas passam a incorporar soluções tecnológicas embarcadas nas frotas não somente para proveito operacional, mas também uma vez que novidade natividade de faturamento para concessionárias, revendedores e companhias de software.

Receita recorrente no transporte avança com uso de tecnologia logística

Segundo Rony Neri, diretor-executivo LATAM da Platform Science, multinacional americana especializada em soluções de segurança e tecnologia para o setor de transporte, a lógica do mercado está em transformação. “A lógica do setor está mudando. Antes, a receita estava concentrada na venda do ativo. Agora, com o uso de tecnologia, é provável edificar uma base recorrente de faturamento, mais previsível e menos exposta às oscilações do mercado”, afirma.

A empresa atua no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para gestão de frotas e segurança operacional, permitindo a integração de dados e serviços no envolvente logístico. Dessa forma, soluções uma vez que telemetria, videomonitoramento e plataformas digitais passam a viabilizar modelos de assinatura, ampliando o ticket médio e a retenção de clientes.

“A tecnologia passa a funcionar uma vez que uma categoria de perceptibilidade que fortalece o negócio principal e cria novas oportunidades de receita ao longo do tempo”, reforça Neri.

Aliás, o movimento também alcança o agronegócio, onde a digitalização da logística tem impacto direto nos custos operacionais. Com o uso de dados e monitoramento em tempo real, produtores e operadores conseguem reduzir desperdícios, evitar falhas mecânicas e aumentar a eficiência no transporte da safra.

“Esses ganhos operacionais têm impacto direto na rentabilidade, principalmente em um cenário em que o dispêndio logístico é um dos principais fatores de pressão para o produtor rústico”, detalha o executivo.

Para empresas de software, a incorporação de dados operacionais das frotas abre espaço para expansão de portfólio sem premência de novos investimentos em hardware. Assim, aumenta-se o valor confederado das plataformas e amplia-se a oferta de serviços.

Por termo, o protótipo de receita recorrente no transporte tende a apresentar maior segurança em verificação à comercialização de produtos físicos. A venda de serviços contínuos, baseada em assinaturas, contribui para reduzir a sazonalidade típica do setor e cria uma base mais previsível de faturamento ao longo do tempo.

“A recorrência permite que empresas atravessem períodos de baixa venda de ativos sem perda significativa de receita. É uma mudança estrutural na forma uma vez que o setor tomada valor”, finaliza Neri.

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