A Ford está ampliando a sua traço de vans elétricas para o transporte urbano de trouxa na Europa com a introdução da Transit City, que inicia a pré-venda no segundo trimestre e as entregas no final do ano.
A novidade van elétrica é oferecida em três versões: compacta (L1H1), teto superior (L2H2) e chassi cabine. A feição compacta transporta até 1.085 kg, enquanto a versão de teto superior alcança 1.275 kg e volume de 8,5 m³. Já a opção chassi cabine amplia as possibilidades de emprego, permitindo a instalação de diferentes implementos.
Eficiência operacional e autonomia para transporte urbano
Equipada com bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 56 kWh, a van elétrica urbana oferece autonomia estimada de até 250 km, podendo chegar a 254 km conforme condições de uso. Segundo dados analisados pela Ford Pro, murado de 90% das vans desse segmento percorrem menos de 110 km por dia, o que posiciona o padrão dentro das necessidades operacionais da maioria das frotas urbanas.
“Num veículo elétrico, a bateria é o que determina o seu dispêndio, peso e autonomia. A Transit City oferece uma trouxa útil competitiva e autonomia suficiente para ocultar confortavelmente um dia de trabalho. Dados de milhares de veículos elétricos conectados da Ford Pro revelaram que 90% das vans no segmento da Transit City rodam em média menos de 110 km por dia”, explica Simon Robinson, engenheiro-chefe do projeto.
Outrossim, a bateria LFP contribui para maior duração e eficiência, sendo também adequada para carregamento rápido em fluente contínua. Em condições de recarga, o padrão pode ir de 10% a 100% em murado de 5,2 horas em fluente alternada de 11 kW. Já em fluente contínua de 67 kW, é verosímil atingir de 10% a 80% em aproximadamente 30 minutos.
Desempenho, custos e foco no uso urbano
Com motor elétrico de 110 kW e tração frente, o padrão foi projetado para operações de entrega em ambientes urbanos, com características uma vez que torque momentâneo e meio mais suave. “Acredito que os motoristas de vans a diesel vão amar a mudança para a elétrica. Com motor elétrico de 110 kW e tração frente, a Transit City é suave, silenciosa e oferece torque momentâneo para movimentar cargas pesadas”, afirma Robinson.
Outro ponto evidenciado é o dispêndio operacional. A expectativa é de redução de murado de 40% nos custos de manutenção em conferência com veículos a diesel equivalentes, considerando menor número de peças móveis e intervalos de revisão de até dois anos ou 40.000 km.
No interno, o veículo incorpora recursos tecnológicos voltados à operação, uma vez que mediano multimídia de 12 polegadas com integração a Apple CarPlay e Android Auto, além de sistemas de assistência ao motorista, incluindo frenagem automática de emergência, sensores de estacionamento, câmera de ré, controle de velocidade adaptativo e alerta de saída de filete.
Duração e adaptação ao uso intenso
A superfície de trouxa foi projetada com foco na praticidade e resistência, com revestimento indestrutível, aprimoramento interno de meia profundeza e pontos de amarração de série. As longarinas do chassi também foram otimizadas para facilitar a instalação de carrocerias e o chegada ao divisão de trouxa.
Outrossim, o padrão foi submetido a testes de duração equivalentes a mais de 240.000 km e 10 anos de uso severo. Componentes uma vez que portas, ignição e banco do motorista passaram por avaliações específicas para suportar o uso intenso típico de operações urbanas.
Os componentes de subida voltagem contam com garantia de oito anos ou 160.000 km, alinhando o projeto às exigências de confiabilidade do transporte mercantil.
