A incorporação da perceptibilidade sintético na importação vem transformando a forma uma vez que empresas conduzem operações de negócio exterior, principalmente em um cenário que exige decisões rápidas e baseadas em dados. Nesse contexto, a Asia Source Brasil, franquia do setor, aposta no uso de tecnologia para mapear mercados, estribar franqueados e reduzir incertezas nas operações internacionais.
De combinação com relatório recente da Organização Mundial do Transacção (OMC), a adoção dessas tecnologias pode erguer o valor do negócio global de bens e serviços em quase 40% até 2040. Esse prolongamento, por sua vez, está associado à capacidade das empresas de utilizar dados para identificar oportunidades, confrontar mercados e tomar decisões com maior previsibilidade.
Segundo Luis Muller, fundador da Asia Source Brasil, o progressão da perceptibilidade sintético tem contribuído para tornar as operações mais ágeis. “A perceptibilidade sintético entrou principalmente uma vez que suporte para estudo de dados. Com mais informações organizadas, as redes conseguem executar processos com mais velocidade e tomar decisões de forma mais assertiva”, afirma.
Aliás, dados levantados pela Secretaria da OMC em parceria com a Câmara de Transacção Internacional (CCI) indicam que quase 90% das empresas que utilizam perceptibilidade sintético no negócio relatam benefícios operacionais. Entre os principais ganhos estão aumento de eficiência e produtividade (22%), melhoria na tomada de decisões (14%), ampliação da base exportadora (10%) e expansão do portfólio de produtos (17%).
Na prática, sistemas analíticos têm sido utilizados para cruzar bases de dados internacionais, identificar fabricantes, mapear histórico de vendas e prezar faixas de preço. Dessa forma, empresas conseguem reduzir um dos principais desafios do setor: a confiabilidade dos fornecedores. “Um dos maiores medos de quem começa a importar é comprar de empresas desconhecidas. Quando você consegue reunir informações sobre histórico de exportação, clientes atendidos e posicionamento de preço, a decisão fica muito mais segura”, explica Muller.
No caso da Asia Source, as ferramentas tecnológicas estão presentes desde o início dos projetos de importação. Os sistemas auxiliam na coleta de informações, no mapeamento de fornecedores e na estudo comparativa de preços internacionais. A empresa também desenvolveu um sistema próprio de pontuação para avaliação de parceiros. “Criamos um score que pontua os fornecedores com base nas informações que coletamos. Isso permite apresentar ao cliente uma estudo mais estruturada e reduzir o risco de trabalhar com empresas pouco confiáveis”, afirma.
Além do uso em estudo de dados, a tecnologia também é aplicada no relacionamento com clientes e franqueados. Agentes automatizados auxiliam no atendimento inicial, no séquito de processos e no explicação de dúvidas frequentes. Ainda assim, o executivo destaca a preço da atuação humana: “A tecnologia funciona uma vez que suporte. Nas primeiras operações, o empresário ainda precisa conversar com especialistas para entender o processo e lucrar crédito”.
Robôs humanoides e perceptibilidade sintético na importação
Ao mesmo tempo em que transforma as operações, a perceptibilidade sintético na importação também impacta a prisão produtiva global. Um exemplo disso é o progressão dos robôs humanoides, que começam a lucrar espaço em diferentes setores econômicos.
De combinação com estimativas da Federação Internacional de Robótica (IFR), o mercado global de robôs deve movimentar murado de US$ 100 bilhões até 2030. Esses equipamentos já vêm sendo utilizados em linhas de produção, movimentação de cargas em armazéns, atendimento mercantil e atividades operacionais que exigem repetição e precisão.
Diante desse cenário, a Asia Source Brasil passou a estruturar negociações voltadas à importação desse tipo de tecnologia, tornando-se a primeira franquia brasileira do segmento a iniciar operações com robôs humanoides. Para Muller, a tendência é de prolongamento desse mercado nos próximos anos. “Hoje muitos fabricantes e distribuidores passaram a trabalhar com esses produtos para abastecer uma demanda mundial crescente. À medida que a tecnologia avança, ela começa naturalmente a desabrochar também nas operações de negócio exterior”, afirma.
Fundada em 2019, a Asia Source atua uma vez que um ecossistema de negócio exterior, conectando empresas brasileiras ao mercado internacional. Com sede na China, a rede conta com 152 unidades e opera em diversos segmentos, que vão de autopeças a itens para diferentes indústrias, utilizando a perceptibilidade sintético na importação uma vez que suporte para ampliar eficiência e segurança nas operações.
