Galpões logísticos ganham espaço nos FIIs e PZ Empreendimentos desenvolve condomínio AAA em Sinop, MT

Galpões logísticos ganham espaço nos FIIs e PZ Empreendimentos desenvolve condomínio AAA em Sinop, MT

Os galpões logísticos deixaram de ser unicamente estruturas operacionais para armazenagem e movimentação de produtos e passaram a ocupar uma posição estratégica também no mercado financeiro, principalmente nos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs). Esse movimento ocorre pela particularidade desses ativos de oferecer contratos mais longos e maior segurança de receita.

Diferentemente de outros segmentos imobiliários, os empreendimentos logísticos costumam ter uma relação mais integrada com a operação dos ocupantes. Dessa forma, quando a atividade da empresa depende diretamente daquele espaço, a substituição do imóvel tende a ser mais complexa, contribuindo para uma menor rotatividade e maior previsibilidade contratual.

Esse padrão, já presente em grandes centros logísticos brasileiros, começa a seguir para novas regiões produtivas. Em Sinop (MT), a PZ Empreendimentos, empresa que atua no desenvolvimento de ativos imobiliários, está implantando o PZ Log, projeto que será o primeiro condomínio logístico padrão AAA de Mato Grosso.

Localizado às margens da BR-163, importante galeria de transporte e escoamento da produção pátrio, o empreendimento foi planejado para atender empresas dos segmentos de agronegócio, indústria e distribuição, que buscam estruturas adequadas para operações logísticas em uma região de desenvolvimento econômico.

Infraestrutura para operações industriais e de distribuição

O PZ Log contará com módulos a partir de 1.540 m², podendo chegar a 4.533 m² de espaço. Os galpões seguem padrão Classe AAA, com características uma vez que pé-direito supra de 12 metros, piso de subida resistência, cobertura termoacústica, ventilação proveniente e sistema de sprinklers J4, considerado um dos níveis mais elevados de prevenção contra incêndios para operações industriais.

Além dos espaços de armazenagem, o condomínio logístico foi projetado com infraestrutura complementar, incluindo monitoramento 24 horas, portaria controlada, balança de pesagem, recinto vigiado, estacionamento, vestiários, rossio de sustento e salas de reuniões compartilhadas.

A proposta também contempla áreas destinadas ao suporte de motoristas e trabalhadores envolvidos nas operações logísticas, acompanhando a urgência de estruturas mais completas dentro dos empreendimentos industriais.

“O investidor está olhando cada vez mais para ativos que geram previsibilidade. E o galpão logístico, principalmente em regiões produtivas, tem essa particularidade. Quando a operação depende daquele espaço, o contrato tende a ser mais longo e firme. E quando você entrega um resultado AAA, com infraestrutura completa, isso aumenta ainda mais a atratividade”, afirma o CEO da PZ Empreendimentos, Filipe Pitz.

Segundo dados da consultoria Newmark, o mercado logístico na América Latina já reúne tapume de 76 milhões de m² de estoque, com demanda por ativos de maior qualidade. No Brasil, apesar da concentração histórica em regiões uma vez que São Paulo, a expansão dos empreendimentos começa a perceber novos polos produtivos.

Nesse cenário, cidades uma vez que Sinop passam a lucrar relevância pela combinação entre desenvolvimento do agronegócio, urgência de armazenagem e procura por maior eficiência na distribuição. Assim, os galpões logísticos acompanham uma mudança na dinâmica da infraestrutura, que passa a considerar não unicamente a disponibilidade de espaço, mas também localização estratégica e integração com a calabouço de suprimentos.

Para os FIIs, ativos desse perfil apresentam características valorizadas pelo mercado, uma vez que contratos de maior duração, menor rotatividade de ocupantes e geração de receita recorrente.

“Se antes o duelo em Mato Grosso era unicamente produzir, agora passa também por armazenar, repartir e operar com eficiência. E é justamente nesse novo estágio que projetos uma vez que o PZ Log se posicionam: uma vez que infraestrutura precípuo para uma economia que cresce e que começa a exigir logística no mesmo nível”, finaliza Pitz.

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