A logística fluvial voltada ao agronegócio na região Setentrião ganha novas soluções com a adoção das balsas SW (Swimming Warehouse), protótipo operado pela Combitrans. A proposta é ampliar a previsibilidade logística no transporte de insumos porquê sementes, fertilizantes e adubos, principalmente em áreas sensíveis do calendário agrícola, porquê Roraima e o entorno da Amazônia.
De concórdia com a empresa, o sistema foi desenvolvido para reduzir gargalos operacionais que impactam diretamente o aprovisionamento do campo. Além de maior capacidade de trouxa, as balsas SW operam porquê estruturas cobertas e protegidas, o que contribui para preservar materiais sensíveis à umidade, porquê sementes, ao longo do trajeto pelos rios da região.
As balsas SW podem transportar até 3.400 toneladas por viagem, o que representa murado de 126% mais trouxa em conferência às balsas carreteiras convencionais, que operam com média de 1.500 toneladas. Outrossim, o protótipo dispensa o embarque do implemento rodoviário, o que reduz a imobilização de carretas e melhora a eficiência da operação terrestre integrada.
Outro ponto realçado pela companhia é a regularidade das saídas diárias e o mudo menor das embarcações, fator que contribui para manter a operação ativa mesmo em períodos de seca, exigência recorrente em determinados trechos da Amazônia. O monitoramento dos níveis dos rios também é utilizado para orientar o planejamento de embarques.
“A SW amplia a capacidade do transporte fluvial e traz previsibilidade para o aprovisionamento. Isso significa planejamento na ponta: o cliente sabe quando a trouxa embarca, qual o prazo de chegada e porquê será a entrega. E, ao dispensar o embarque do implemento rodoviário, evitamos que a carreta fique imobilizada por até 10 dias na travessia, o que aumenta a produtividade em terreno e melhora o dispêndio totalidade da operação”, diz José Clevison, diretor mercantil da Combitrans.
Previsibilidade logística e janela de plantio no agronegócio amazônico
A emprego das balsas SW também está diretamente relacionada à manutenção da janela de plantio em regiões com possante obediência do regime de chuvas. Em Roraima, por exemplo, atrasos no transporte podem comprometer todo o ciclo produtivo.
“Roraima é um exemplo prático da preço da previsibilidade. A região possui um regime de chuvas mais limitado e atrasos podem comprometer a janela de plantio. Antes do nosso serviço, as sementes chegavam fora do prazo e, em alguns casos, eram perdidas; hoje, com uma operação integrada, a trouxa pode transpor de São Luís (MA), embarcar no modal fluvial e chegar a Manaus no prazo, permitindo que o produtor mantenha o cronograma de plantio”, explica o executivo.
Segundo a empresa, durante a seca histórica registrada em 2023 e 2024, a operação foi mantida, o que evitou interrupções no fluxo de aprovisionamento de insumos agrícolas na região.
Além da eficiência operacional, as balsas SW também atuam porquê “armazéns flutuantes”, com estrutura coberta e lacrada. Essa propriedade reduz riscos de exposição à umidade, fator crítico no transporte de sementes. “Nas balsas carreteiras convencionais, mesmo quando a trouxa segue coberta, a operação pode permanecer mais suscetível a molhamento devido ao impacto de ondas e ao deslocamento sobre o rio. Para insumos agrícolas, essa diferença de proteção e vedação pode ser determinante para prometer que o resultado chegue em condições adequadas para uso no campo”, complementa José Clevison.
No campo da eficiência, a companhia destaca ainda ganhos ambientais e operacionais. Com maior capacidade por viagem e melhor aproveitamento de trouxa, o protótipo pode reduzir emissões associadas ao transporte, além de permitir maior rotatividade das carretas no modal rodoviário.
“A combinação de capacidade, mudo grave e rotina operacional planejada aumentam a robustez do serviço ao mesmo tempo em que protegem o ecossistema e todos inseridos nele. Nosso compromisso é seguir evoluindo o transporte fluvial na Amazônia para entregar competitividade aos clientes e manter a perenidade das cadeias de aprovisionamento, mesmo em cenários desafiadores”, conclui o diretor da Combitrans.
