A automação no cotidiano dos brasileiros registrou um aumento de 100% nos últimos oito anos, segundo o Índice de Automação de Consumidores da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. O estudo, iniciado em 2017, mede o intensidade de adoção de tecnologias e digitalização em diversas áreas da vida, uma vez que saúde, mobilidade, compras e relações sociais.
Em 2024, o índice vernáculo alcançou 0,30 em uma graduação que vai de 0 a 1. Esse resultado representa o duplo do valor registrado em 2017. A edição mais recente da pesquisa ouviu 4,2 milénio pessoas em todo o País, com idades a partir de 18 anos, por meio de quadro online com metodologia quantitativa.

Conectividade é o vista mais avançado da transformação do dedo
Entre os indicadores analisados, a conectividade apresentou os maiores avanços. O índice relacionado ao entrada à internet subiu de 0,48 para 0,72 entre 2017 e 2024 — um prolongamento de 50%. Segundo a GS1, esse aumento demonstra que a internet se firmou uma vez que uma infraestrutura importante para a transformação do dedo da sociedade.
Uso de aplicativos impulsiona digitalização
O uso de aplicativos também se destacou. De 0,17 em 2017, o índice subiu para 0,41 em 2024, refletindo a ampla adoção de plataformas de mensagens instantâneas, redes sociais, entretenimento e serviços de mobilidade urbana.
Itens pessoais e saúde têm prolongamento simples
O uso de dispositivos conectados à saúde e bem-estar ainda permanece grave, embora tenha aumentado de 0,10 para 0,13. A tendência indica um prolongamento tímido, mas consistente na adoção de tecnologias para o zelo pessoal.
Automação residencial registra ligeiro recuo
Na automação residencial, o índice caiu de 0,18 para 0,14. A utilização de recursos uma vez que lâmpadas inteligentes se manteve inabalável, mas houve redução no uso de equipamentos de segurança, uma vez que portões automáticos e câmeras.
Conectividade em veículos segue em expansão
Nos veículos, a presença de conectividade e sensores passou de 0,06 para 0,12, mostrando prolongamento gradual no uso de tecnologias embarcadas.
Todas as regiões avançam na digitalização
A automação se expandiu em todas as regiões do País. O Sudeste se manteve supra da média, com índice de 0,31. O Nordeste cresceu de 0,12 para 0,29, enquanto o Setentrião passou de 0,11 para 0,28 — a maior redução de intervalo em relação às demais regiões.
Na Região Sul, o índice subiu de 0,14 para 0,30. Já o Núcleo-Oeste evoluiu de 0,13 para 0,30. Esses dados indicam um progressão mais equilibrado da digitalização regional e mostram que o entrada às tecnologias não está mais restrito aos grandes centros urbanos.
Para Marina Pereira, gerente de Pesquisa & Desenvolvimento da GS1 Brasil, “a automação deixou de ser um diferencial e passou a criar a rotina das pessoas em múltiplos aspectos”.
O levantamento, que tem abrangência inédita no Brasil, também permite seguir desigualdades no entrada à tecnologia e subsidiar políticas públicas de inclusão do dedo. O estudo revela que a sociedade brasileira está cada vez mais integrada ao envolvente do dedo, com tendências que apontam para um horizonte ainda mais conectado.

