Benner lança Torre de Controle com IA para prever atrasos e apontar viagens críticas

Benner lança Torre de Controle com IA para prever atrasos e apontar viagens críticas

Empresa que fornece soluções de software de gestão, serviços e transformação de processos, com atuação nos mercados de saúde, jurídico, recursos humanos, logística e Supply Chain, ERP e turismo corporativo, a Benner lançou uma Torre de Controle Logística que reúne informações provenientes de diferentes sistemas em um único tela e utiliza perceptibilidade sintético para identificar riscos de tardada, mostrar viagens críticas e priorizar ocorrências que demandam resposta mais rápida. A solução já está disponível para o mercado e é direcionada a transportadores, embarcadores e operadores logísticos.

A utensílio foi desenvolvida para atuar não unicamente sobre o tardada já ocorrido, mas também sobre eventos anteriores que podem comprometer o cumprimento de uma entrega. Entre eles estão indisponibilidade de estoque, separação fora do prazo previsto, lentidão na emissão de documentos, carregamento fora da janela programada e coleta não realizada.

Essas informações normalmente ficam distribuídas entre diferentes sistemas e chegam de maneira parcial às áreas envolvidas na operação. A proposta da Torre de Controle é solidar os registros na mesma jornada de trouxa e sinalizar o risco durante a realização, ampliando a margem de reação das equipes.

Gestão por exceção prioriza ocorrências críticas

A solução utiliza um padrão de gestão por exceção, no qual os alertas são classificados de conformidade com o impacto sobre a operação. Dessa forma, um veículo parado dentro da janela prevista não necessariamente gera uma ocorrência sátira. A mesma situação, porém, pode receber prioridade quando compromete uma entrega prioritária, afeta uma sequência de destinos ou coloca em risco um compromisso contratual.

A perceptibilidade sintético cruza os eventos registrados com o planejamento da operação para estabelecer o proporção de urgência. A intenção é reduzir o tempo gasto pelas equipes na triagem de ocorrências e concentrar a atenção nos desvios que exigem mediação.

Segundo Rafael Loth, Gerente de Resultado de Logística da Benner, a diferença está no pausa entre a identificação do meandro e a tomada de decisão. “Quando a empresa percebe o problema, a margem de reação já encolheu e a equipe entra em regime de urgência para restabelecer uma operação que saiu do controle muito antes. A proposta é encurtar essa intervalo para que ainda exista escolha, uma vez que reprogramar a rota, trocar o veículo ou negociar uma novidade janela com o cliente”, afirma.

Para que os alertas resultem em ações, entretanto, é necessário estabelecer responsáveis por cada tipo de ocorrência. “Primar a ocorrência resolve segmento do problema, porque o alerta que não chega a quem pode estimar e executar a ação vira mais uma notificação na fileira. A operação precisa definir quem trata cada meandro e em que ponto o caso sobe para a liderança, para o atendimento ou para o cliente”, explica Loth.

No mesmo envolvente, o tela acompanha entregas, coletas, rotas, custos, prazos, ocorrências e indicadores de nível de serviço em tempo real. Os dados ficam consolidados em uma visão única, sem premência de exportação manual de relatórios.

Integração com TMS, ERP e YMS

A Torre de Controle Logística se conecta a sistemas uma vez que Transportation Management System (TMS), Enterprise Resource Planning (ERP) e Yard Management System (YMS), além de aplicativos de entrega, rastreadores e sistemas utilizados pelas transportadoras.

A proposta não exige a substituição das plataformas já utilizadas pelas empresas. A utensílio trabalha sobre os dados produzidos por esses sistemas e procura integrá-los para oferecer uma visão mais ampla da operação.

Segundo a Benner, a privação de integração pode resultar em decisões tomadas com informações defasadas. Entre os exemplos estão a programação de transporte sem atualização sobre a disponibilidade da trouxa, etapas concluídas no arrecadação sem repasse subitâneo para a equipe de coleta e prazos assumidos pela dimensão mercantil sem consulta às restrições operacionais.

Para Loth, a integração também muda a forma uma vez que a empresa investiga a origem de um tardada. “Enquanto os sistemas trabalham separados, a cobrança recai sobre o transporte, que é a última lanço visível da operação. Quando os dados do arrecadação, da gestão empresarial e do recinto ficam na mesma leitura, a empresa consegue mostrar em que ponto da jornada o meandro começou e emendar ali”, acrescenta.

A consolidação contempla tanto a viagem quanto as condições que determinam o início dela, permitindo antecipar a identificação de riscos. Segundo a empresa, o perfil com maior aderência à solução é aquele que acumulou diferentes sistemas ao longo dos anos e ainda depende de conferências manuais para solidar informações.

Operadores logísticos que administram contratos de diferentes clientes em uma mesma malha estão entre os casos em que esse tipo de integração pode ser principalmente relevante, devido ao volume de origens, destinos e eventos envolvidos.

Indicadores ajudam a identificar padrões

O registro contínuo de eventos, tempos e desvios também forma uma base para estudo de desempenho. A partir desse histórico, a solução pode identificar padrões de recorrência, uma vez que rotas com maior instabilidade, transportadoras que concentram ocorrências, pontos com atrasos frequentes nas coletas e regiões com maior volume de reprogramações.

A estudo permite diferenciar um imprevisto pontual de um problema recorrente. A repetição de atrasos no carregamento, por exemplo, pode indicar a premência de ajustes no fluxo do arrecadação. Da mesma forma, um desempenho inferior do contratado pode fornecer elementos para renegociação ou redistribuição da operação.

Segmento das empresas do setor ainda trabalha predominantemente com indicadores retrospectivos, que mostram o volume de atrasos depois o fecho de determinado período, mas não necessariamente apontam quais entregas estão em risco no momento da consulta. É justamente essa vácuo que o seguimento em tempo real procura abordar.

A qualidade dos registros, no entanto, continua sendo um fator importante para o uso da perceptibilidade sintético. Segundo Loth, a tecnologia depende da disciplina operacional para que os eventos sejam registrados e compartilhados corretamente.

“A tecnologia centraliza a informação, mas depende da disciplina com que a operação registra e compartilha os eventos. Se o status é atualizado só depois da entrega ou se o parceiro não informa a ocorrência, a decisão continua sendo tomada sobre uma verdade parcial”, conclui.

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