A Combitrans anunciou a ampliação de sua frota com o lançamento de duas novas balsas SW, que entram em operação entre janeiro e fevereiro de 2026. As embarcações irão substanciar as operações da companhia na hidrovia Solimões–Amazonas, atendendo a rota Manaus–Belém e Belém–Manaus, considerada estratégica para o provisão e o desenvolvimento econômico da região Setentrião. O transporte fluvial é precípuo para a logística amazônica, sendo responsável por mais de 60% das cargas movimentadas na região.
Segundo Dener Ricardo Guerra, CEO da Combitrans, a chegada das novas embarcações representa um progresso relevante na estrutura logística do Setentrião do país. “Com a chegada das novas balsas SW, damos mais um passo na consolidação de um galeria logístico que é vital para o Brasil e, principalmente, para a região Setentrião. Ao ampliar a nossa capacidade de transporte e a eficiência das operações na hidrovia Solimões–Amazonas, ajudamos a prometer que produtos cheguem com mais previsibilidade, segurança e competitividade aos polos industriais, aos centros de distribuição e, em última instância, às pessoas. Nosso compromisso é seguir investindo em soluções que respeitem as características da Amazônia e contribuam para o desenvolvimento econômico e sustentável da região, gerando valor para clientes, parceiros e para toda a ergástulo produtiva que depende do modal fluvial”, afirma.
Cada jangada SW possui capacidade para até 3.400 toneladas, com possibilidade de verticalização das cargas, o que amplia o aproveitamento do espaço interno e eleva a eficiência operacional. Ou por outra, os novos modelos apresentam maior robustez estrutural e aumento das dimensões, alcançando 7 metros de profundidade, 23 metros de largura e 85 metros de comprimento. Com essas incorporações, a Combitrans passa a operar com 21 embarcações em sua frota, reforçando sua atuação uma vez que uma das principais operadoras de transporte fluvial do Setentrião do Brasil.
As balsas são projetadas pelo time técnico da empresa e construídas por estaleiros parceiros, selecionados com base em critérios rigorosos de qualidade, segurança e robustez. De pacto com o CEO, esse controle de projeto assegura embarcações alinhadas às condições reais de navegação na Amazônia, com foco em desempenho e confiabilidade operacional.
Eficiência logística com ganhos ambientais
Além de ampliar a capacidade logística, as novas balsas SW se destacam pelo diferencial ambiental. O padrão dispensa o uso de carretas rodoviárias acopladas, permitindo o transporte direto das cargas e a redução de etapas logísticas. Uma vez que resultado, torna-se provável transportar o duplo do volume de cargas com a mesma quantidade de combustível, contribuindo para a subtracção das emissões de CO₂ ao longo da ergástulo logística. “A solução SW une eficiência operacional e responsabilidade ambiental, um fator cada vez mais relevante para clientes, parceiros e para o desenvolvimento sustentável da região Setentrião”, afirma o executivo.
As novas embarcações reforçarão as linhas já existentes, garantindo maior capacidade de atendimento, mais previsibilidade nas entregas e segurança no transporte. A eliminação da subordinação de implementos rodoviários também gera ganhos operacionais e ambientais para os clientes da Combitrans, com processos mais ágeis e redução de custos logísticos.
O transporte fluvial é um pilar da logística na região Setentrião, sobretudo em função das grandes distâncias, das limitações da infraestrutura rodoviária e da eficiência do modal hidroviário. A hidrovia Solimões–Amazonas responde por tapume de 65% de toda a fardo transportada na região, movimentando aproximadamente 50 milhões de toneladas por ano e conectando polos industriais, centros de distribuição e mercados consumidores.
“Nesse cenário, a atuação de operadores especializados uma vez que a Combitrans tem papel fundamental para prometer eficiência operacional, integração logística e sustentabilidade no transporte de grandes volumes pela Amazônia. Temos certeza de que as novas SW serão um reforço decisivo para esse galeria, ampliando a capacidade de atendimento e a previsibilidade das operações. É mais um passo no nosso compromisso de longo prazo com uma logística cada vez mais eficiente e responsável na região Setentrião”, afirma o executivo.
