A maturidade do planejamento da prisão de suprimentos tem impacto direto sobre o desempenho das operações logísticas e pode aumentar em pelo menos 25% a precisão das previsões de demanda quando comparada a organizações menos estruturadas. A desfecho faz secção do estudo “Supply Chain Planning 2026: Why AI Alone Isn’t Enough”, elaborado pelo Boston Consulting Group (BCG), que aponta que os melhores resultados não dependem exclusivamente da adoção de Lucidez Sintético (IA), mas da integração entre pessoas, processos, dados e tecnologia.
O levantamento ouviu mais de 180 líderes de diferentes setores e regiões do mundo e mostra que o planejamento da prisão de suprimentos deixou de ser uma atividade de suporte para assumir um papel estratégico nas empresas. Segundo a pesquisa, mais de 90% dos executivos utilizam essa função para comandar prioridades complexas, melhorar o desempenho operacional e estribar decisões em cenários de incerteza.
Planejamento estruturado amplia precisão e fortalece a prisão de suprimentos
De combinação com Aline Ribeiro, diretora executiva e sócia do BCG, a prestígio do planejamento ganhou força principalmente em seguida as grandes rupturas observadas durante a pandemia.
“O planejamento da prisão de suprimentos entrou efetivamente na agenda executiva em resposta a grandes disrupções, uma vez que a COVID-19. Atualmente, 52% dos líderes entrevistados relatam que a perspectiva de sua espaço é muito representada no processo de tomada de decisões executivas de suas organizações, e outros 39% afirmam que o planejamento está totalmente incorporado à estratégia corporativa”, afirma.
O estudo também identificou os principais desafios enfrentados pelos gestores da prisão de suprimentos. Entre os fatores externos, destacam-se a volatilidade da demanda, apontada por 70% dos entrevistados, seguida pelas questões relacionadas ao transacção internacional e à geopolítica (64%) e pela volatilidade da oferta (62%).
Internamente, os maiores obstáculos continuam sendo a falta de precisão e o desalinhamento das previsões, mencionados por 78% dos participantes, além da limitação na visibilidade de ponta a ponta das operações, apontada por 38%.
Embora mais de 70% das empresas pesquisadas já tenham investido em sistemas avançados de planejamento (APS) e muitas estejam ampliando o uso de Lucidez Sintético, os resultados ainda são considerados limitados. Unicamente muro de um em cada cinco líderes afirma que tecnologias avançadas, uma vez que mecanismos de automação, otimização de planejamento ou IA, geraram valor significativo para seus negócios. No caso da IA generativa e dos agentes inteligentes, esse percentual cai para exclusivamente 7%.
Segundo o BCG, essa percepção reduzida está relacionada, principalmente, à carência de bases de dados estruturadas, processos de planejamento maduros e integração adequada entre as soluções tecnológicas e as operações.
“A maturidade do planejamento tem uma reciprocidade potente com o desempenho dos negócios. Vimos no estudo que empresas que planejam melhor conseguem prever o horizonte (uma vez que a demanda por um resultado) com uma precisão muito maior, de pelo menos 25% melhor do que a das empresas que planejam de forma menos madura. Essa precisão superior se traduz em otimização de custos de estoque, redução de perdas e um nível de serviço ao cliente significativamente polido”, explica Aline.
A consultoria destaca ainda que a Lucidez Sintético deve ser entendida uma vez que um conjunto de ferramentas capaz de melhorar a velocidade, a qualidade das decisões e a resiliência das cadeias de suprimentos, desde que apoiada por uma infraestrutura sólida de dados, governança e processos muito definidos.
Fundado em 1963, o Boston Consulting Group (BCG) atua em consultoria estratégica para empresas e organizações em diferentes setores, desenvolvendo projetos nas áreas de estratégia, tecnologia, inovação, transformação do dedo e gestão.
O estudo completo, em inglês, está disponível no site do BCG: https://www.bcg.com.
