A logística representa murado de 12% do PIB brasílico e gera milhões de empregos diretos e indiretos, segundo a Associação Brasileira de Logística (Abralog). No entanto, apesar da relevância econômica e do prolongamento apressurado pelo transacção eletrônico e pela dificuldade das cadeias de suprimentos, o setor enfrenta um repto estrutural: a falta de mão de obra qualificada.
Esse cenário se reflete com intensidade em polos estratégicos, porquê Guarulhos, na Grande São Paulo, um dos maiores centros logísticos do país. A gerente de RH do Grupo IBL, Regilane Assunção, aponta que a disputa por profissionais está cada vez mais acirrada.
“Em Guarulhos, há potente concentração de empresas de logística e a concorrência por colaboradores é direta. Ou por outra, a falta de qualificação pesa: poucas pessoas possuem cursos específicos na extensão, o que se tornou um entrave para o setor. Para amenizar esse problema, temos buscado alternativas, porquê parcerias com a Instauração Bradesco e faculdades locais, a termo de ofertar capacitação e ampliar as oportunidades de formação”, explica.
A IBL Logística, empresa do Grupo IBL com sede em Guarulhos, atua com armazenagem e transporte alheado e rodoviário de cargas de segmentos porquê farmacêutico, eletrônico e alimentoso. A companhia convive diariamente com os efeitos da escassez de profissionais qualificados.
Outro ponto que amplia a premência de formação é a transformação tecnológica. “A automação e a tecnologia aumentam a procura por profissionais mais preparados. Muitos colaboradores percebem que precisam passar detrás do prejuízo. A contratação hoje exige capacitação para abastecer essa demanda crescente”, afirma Regilane Assunção.
Além da dificuldade de contratação, a retenção de talentos também é um tropeço. “A falta de profissionais qualificados não é exclusiva da logística, mas um revérbero em todas as áreas. Ou por outra, há pessoas que já não querem seguir carreiras tradicionais, porquê a de motorista, o que agrava ainda mais a escassez. Por isso, criamos iniciativas porquê o programa 50+, voltado à qualificação de motoristas mais experientes em novas tecnologias, ajudando a reter e ampliar talentos”, completa a gerente.
Diante desse quadro, muitas empresas do setor logístico têm optado por investir na formação de seus próprios profissionais. Programas de trainee, treinamentos internos e parcerias educacionais são estratégias que vêm ganhando espaço. A aposta na multiplicidade de perfis, com a inclusão de profissionais de áreas porquê TI, Engenharia e Gestão, também tem ajudado a suprir lacunas. “Em nosso programa de trainee, buscamos pessoas que não têm experiência em logística, mas vêm de áreas porquê T.I., Engenharia e Gestão. A logística é um grande hub e precisa de talentos multidisciplinares para sustentar os resultados que desejamos”, reforça Regilane.
Exemplos de subida dentro das empresas demonstram a preço da capacitação contínua. Lucas Batista iniciou a curso porquê jovem novato na IBL Logística e passou por diferentes funções até assumir, em 2024, o incumbência de Head Jurídico, Compliance e DPO (Data Protection Officer). “Desde o início, a empresa acreditou no meu potencial e me deu a oportunidade de crescer. Hoje, estou na função dentro do Grupo IBL e cada novo repto tem sido um grande estágio”, afirma.
