Nova rota de cabotagem expressa da Aliança reduzirá trânsito entre Itapoá e Manaus para 13 dias

Nova rota de cabotagem expressa da Aliança reduzirá trânsito entre Itapoá e Manaus para 13 dias

A cabotagem expressa no Brasil ganhará um novo reforço a partir de junho, quando a Coligação Navegação e Logística passará a operar uma rota ligando os portos de Itapoá (SC) e Manaus (AM) com trânsito de 13 dias. A iniciativa amplia a integração logística entre as regiões Sul e Setentrião e procura aumentar a competitividade do transporte marítimo na movimentação de cargas entre os principais polos econômicos do país.

A Coligação Navegação e Logística, empresa do grupo A.P. Moller-Maersk e especializada em cabotagem e logística integrada, informou que a novidade operação também reduzirá o tempo de transporte entre Santos (SP) e Manaus para até 12 dias.

Segundo a companhia, o novo serviço foi desenhado para ampliar a eficiência operacional e oferecer maior destreza aos embarcadores que utilizam o modal marítimo. Além da redução no tempo de trânsito, a operação passará a relatar com duas escalas semanais no porto de Itapoá.

A novidade feição logística integra a estratégia da empresa de ampliar sua presença na cabotagem brasileira, setor que vem registrando propagação impulsionado pela procura por alternativas ao transporte rodoviário de longa intervalo.

Cabotagem expressa amplia frequência e integração logística

De contrato com Luiza Bublitz, presidente da Coligação Navegação e Logística, o objetivo é fortalecer o papel da cabotagem nas cadeias logísticas nacionais. “Nossa anseio é posicionar a cabotagem uma vez que um pilar cada vez mais competitivo na construção de cadeias logísticas integradas no Brasil. Essa evolução de portfólio reforça nosso compromisso em conectar de forma mais eficiente os principais polos econômicos do país e gerar valor consistente aos nossos clientes”, afirma.

A empresa avalia que o novo serviço poderá contribuir para ampliar o fluxo mercantil entre as regiões Setentrião e Sul, além de fortalecer a competitividade do modal marítimo no país. A expectativa também é de ganhos em confiabilidade operacional, frequência de escalas e previsibilidade nas entregas.

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