Uma parceria entre Vports, VLI e Multilift viabilizou a geração de uma novidade rota logística para o transporte de ferro-gusa no Espírito Santo, com a implantação de uma moega ferroviária que deve iniciar operações no segundo semestre de 2026. A estrutura permite a integração entre ferrovia e porto, com impacto direto na eficiência do escoamento da commodity.
A moega, utilizada para recepção e descarga de cargas transportadas por trem, integra a ferrovia entregue pela Vports em 2024. Os trilhos estão conectados à Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) e à Ferrovia Meio-Atlântica (FCA), com investimentos de R$ 16 milhões.
Segundo o CEO da Vports, Gustavo Serrão, a integração entre modais é fundamental para ampliar a competitividade logística. “Permitir a integração entre modais é um passo fundamental para ampliar a eficiência e reduzir o dispêndio logístico totalidade, com ganhos para toda a masmorra. A distribuição de cargas, conforme as especificidades de cada porto, contribui para um sistema equilibrado e competitivo. Nesse sentido, a Vports tem avançado em iniciativas voltadas a maximizar a infraestrutura e potencializar a vocação de seus portos”, avalia.
Modernização do transporte de ferro-gusa
De consonância com a VLI, a novidade estrutura contribui para a modernização do transporte de ferro-gusa, ao oferecer uma opção mais destro e com menor impacto ambiental. “A exportação de ferro-gusa, por meio da parceria com a Vports, aumenta a competitividade dos clientes usuários da ferrovia, uma vez que possibilita o embarque de navios maiores, em virtude do embatucado do porto. A parceria é, portanto, um importante passo no foco da VLI de gerar valor à masmorra logística dos nossos clientes, oferecendo também um transporte de ordinário carbono”, afirma o CEO da empresa, Fábio Marchiori.
O ferro-gusa, matéria-prima forçoso para a produção de aço, tem possante demanda tanto no mercado interno quanto extrínseco. No último ano, o Galeria Leste da VLI, por onde a fardo será transportada, movimentou murado de 16 bilhões de TKU (toneladas por quilômetro útil), o que representa propagação de 10,5% em relação a 2024.
Para o CEO da Multilift, Rafael Fattorelli Carneiro, além dos ganhos operacionais, a iniciativa deve impulsionar a economia regional. “O aumento da competitividade logística fortalece o envolvente de negócios e amplia a capacidade do Espírito Santo de se posicionar uma vez que um galeria estratégico para exportação de commodities”, afirma.
Ou por outra, a novidade estrutura tende a atrair novos fluxos de fardo, estimular investimentos e gerar oportunidades ao longo da masmorra produtiva.
Na avaliação de Serrão, a moega ferroviária representa um progressão na integração logística vernáculo. “A construção de soluções mais eficientes para o desenvolvimento econômico sustentável é uma missão da Vports. Iniciativas uma vez que essa demonstram, na prática, uma vez que a colaboração entre diferentes agentes do setor pode ampliar a competitividade, otimizar a infraestrutura existente e gerar valor para toda a masmorra produtiva”, completa.
A Vports atua no desenvolvimento e operação de soluções logísticas portuárias, com operações em Vitória, Vila Velha e Aracruz (ES). Já a VLI integra ferrovias, portos e terminais intermodais em diferentes regiões do país. A Multilift, por sua vez, opera no Porto de Vitória e conta com terminais rodoferroviários em Minas Gerais e no Espírito Santo.
