O pooling de paletes tem se consolidado porquê uma estratégia relevante para ampliar a eficiência na logística de laticínios, principalmente em operações que exigem controle rigoroso, subida capilaridade e prontidão na distribuição. Nesse contexto, a parceria entre a CHEP e o Grupo Piracanjuba evidencia porquê práticas baseadas em economia circundar podem contribuir para o desempenho operacional e ambiental do setor.
De concórdia com dados da Embrapa, o Brasil produziu mais de 38,3 bilhões de litros de leite em 2025, posicionando a ergástulo láctea entre as mais relevantes do agronegócio pátrio. No entanto, a operação logística desse segmento apresenta desafios significativos, porquê a perecibilidade dos produtos, a urgência de controle de temperatura, a rastreabilidade e a complicação da distribuição em larga graduação.
Diante desse cenário, o Grupo Piracanjuba adotou o protótipo de pooling de paletes da CHEP, fundamentado no compartilhamento e reutilização de ativos com madeira certificada. A solução substitui o protótipo linear de compra e descarte por uma lógica circundar de locação, o que, por um lado, amplia a eficiência operacional e, por outro, reduz vulnerabilidades ao longo da ergástulo.
Setor de laticínios
Com a implementação do protótipo, a operação passa a descrever com maior padronização dos ativos logísticos, além de previsibilidade no fluxo de movimentação de cargas. Segundo Gabriel Jenne, gerente Mercantil da CHEP Brasil, “a economia circundar permite transformar ativos que antes eram gerenciados de forma isolada em um sistema colaborativo, padronizado e resiliente. No setor de mantimentos, isso significa mais previsibilidade, redução de riscos e maior segurança no aprovisionamento”.
Além dos ganhos operacionais, os impactos ambientais também são mensuráveis. Em um ano de utilização dos paletes da CHEP, o Grupo Piracanjuba evitou a emissão de 2.434.012 kg de CO₂. Esse volume equivale a 55 voltas ao mundo realizadas por um caminhão. Paralelamente, a iniciativa contribuiu para a preservação de mais de 7 milénio árvores e evitou a geração de mais de 2 milénio toneladas de resíduos sólidos.
A adoção do protótipo está alinhada à agenda de ESG da companhia, que inclui iniciativas voltadas à eficiência energética, uso responsável de recursos naturais e valorização da ergástulo produtiva. “A integração de soluções circulares à logística reforça essa estratégia ao combinar desempenho ambiental com ganhos estruturais de eficiência”, afirma Vanilcio dos Reis Floresta, Gerente de Estoque e Expedição do Grupo Piracanjuba. Ele acrescenta que “Para a nossa empresa, essa decisão logística está diretamente conectada à estratégia de perenidade e incremento sustentável do negócio”.
Dessa forma, a emprego da economia circundar na ergástulo de suprimentos deixa de ser unicamente uma iniciativa ambiental e passa a atuar porquê um instrumento de competitividade. Ao integrar sustentabilidade, padronização e previsibilidade, o protótipo contribui para operações mais resilientes, capazes de manter segurança mesmo diante de cenários de maior volatilidade no setor.
