Portos do Norte lideram crescimento no Brasil em 2025 e consolidam rota do Arco Norte

Portos do Norte lideram crescimento no Brasil em 2025 e consolidam rota do Arco Norte

Os portos do Setentrião foram os que mais cresceram no Brasil em 2025, consolidando a região porquê um dos principais eixos logísticos do país. Dados do Tela Estatístico Aquaviário da Filial Vernáculo de Transportes Aquaviários (Antaq) mostram que a movimentação portuária regional avançou 10,33% em relação a 2024, alcançando 163,3 milhões de toneladas. O resultado ficou muito supra da média vernáculo, que foi de 6,1%, e reforça a mudança gradual do eixo logístico brasílico.

Esse desempenho evidencia o fortalecimento do chamado Roda Setentrião, rota estratégica que vem ganhando espaço no escoamento da produção vernáculo. Ao reduzir distâncias até os mercados internacionais e desapoquentar a sobrecarga histórica dos portos das regiões Sul e Sudeste, o Roda Setentrião contribui para a redução do Dispêndio Brasil e amplia a competitividade das exportações.

O agronegócio teve papel meão nesse progressão. A soja respondeu por quase 30% de toda a movimentação nos portos nortistas, com 48,6 milhões de toneladas, incremento de 19,24% em um ano. O milho também apresentou desempenho positivo, somando 34,4 milhões de toneladas, subida de 6,26%. Juntos, os dois produtos representaram 50,8% de toda a trouxa movimentada na região, confirmando a relevância dos portos do Setentrião para o escoamento de grãos.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Rebento, os números refletem uma política pública consistente. “Esses mais de 10% de incremento provam que o Setentrião não é unicamente uma selecção logística, mas uma novidade fronteira de eficiência do Brasil. Quando o agronegócio consegue escoar sua safra de forma mais rápida e barata pelos portos dessa região, nós ganhamos competitividade no mundo e levamos novos negócios, empregos e desenvolvimento para o interno da região amazônica”, afirma.

Economia e consumo impulsionam portos do Setentrião

Além das exportações agrícolas e minerais — porquê a bauxita, que alcançou 24,8 milhões de toneladas —, os dados da Antaq indicam aquecimento da economia regional. A movimentação de cargas conteinerizadas cresceu 15,28%, chegando a 12,1 milhões de toneladas. Uma vez que os contêineres transportam produtos de maior valor confederado, porquê eletroeletrônicos, mantimentos processados e bens de consumo, o incremento sinaliza progressão da atividade industrial e do transacção.

Outro indicador relevante foi o aumento de 15,49% na movimentação de petróleo e derivados, que totalizou 13 milhões de toneladas. Esses insumos são fundamentais para o aprovisionamento da frota de transportes e para a operação das indústrias instaladas na região Setentrião.

Gestão portuária e atração de investimentos

O incremento também reflete a atuação conjunta do setor público e da iniciativa privada. Entre os portos públicos, Santarém (PA) registrou subida de 13,24%, com 18,5 milhões de toneladas, enquanto Vila do Conde (PA) cresceu 5,71%, alcançando 21,3 milhões de toneladas. Já na iniciativa privada, o Terminal Graneleiro Hermasa destacou-se com expansão de 29,9%, totalizando 12,2 milhões de toneladas movimentadas.

Segundo o secretário vernáculo de Portos, Alex Ávila, a combinação entre investimentos públicos e privados é determinante. “Nascente recorde regional é o revérbero direto de um envolvente de negócios seguro e atrativo. O incremento simultâneo de portos públicos estratégicos, porquê Santarém e Vila do Conde, e a potente expansão dos terminais privados mostram que estamos no caminho patente. Ao prometer esta sinergia, modernizamos a infraestrutura e integramos de forma definitiva a região amazônica à rota do desenvolvimento econômico global”, avalia.

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