A reforma tributária prevista para entrar em vigor em 2026 pode provocar um aumento significativo da fardo tributária no setor logístico, chegando a triplicar os impostos para empresas com determinados modelos operacionais. É o que aponta um levantamento realizado pela TruckPag, startup de meios de pagamento com soluções voltadas a frotas pesadas, em parceria com a Rumo Brasil, consultoria especializada em transporte rodoviário de cargas.
O diagnóstico simulou os impactos das novas alíquotas da CBS (9,3%) e do IBS (18,7%) sobre a atual estrutura da TruckPag. Embora os resultados representem especificamente o cenário da empresa, o estudo acende um alerta relevante para o setor logístico porquê um todo, principalmente para companhias que atuam em frentes porquê gestão de provimento, manutenção de frotas e meios de pagamento.

De concordância com a estudo, empresas com estruturas semelhantes podem enfrentar um aumento significativo de custos operacionais. Nesse contexto, a tendência é que organizações do setor precisem açodar investimentos em eficiência operacional, automação e inovação, porquê forma de mitigar os impactos e preservar a competitividade em um envolvente de maior dificuldade tributária.
“O diagnóstico reforça que não se trata exclusivamente de aumento tributário, mas de uma oportunidade para inovar e otimizar processos. Estamos trabalhando para transformar a dificuldade em eficiência, garantindo que nossos clientes continuem a ter soluções competitivas e confiáveis”, afirma Kássio Seefeld, CEO e fundador da TruckPag.
Reforma tributária e preparação das empresas do setor logístico
O estudo também identificou que uma parcela relevante das despesas da companhia pode gerar créditos tributários ainda não totalmente aproveitados. Aliás, a estudo evidenciou a preço de incentivos porquê a Lei do Muito, considerados fundamentais para reduzir o impacto da fardo tributária sobre empresas intensivas em tecnologia e inovação.
Para se preparar para o novo cenário, a TruckPag adotou uma série de medidas, incluindo a contratação de consultorias especializadas, a revisão de contratos e processos internos e investimentos em automação de rotinas fiscais e contábeis. Essas ações têm porquê objetivo ampliar a previsibilidade financeira e adequar a operação às exigências do novo protótipo tributário.
“Estamos acompanhando de perto a estudo da TruckPag e contribuindo para que as empresas do setor logístico naveguem por esse cenário com segurança e planejamento. A parceria permite identificar oportunidades de créditos e medidas de eficiência que ajudam a reduzir impactos e a manter a competitividade do setor”, comenta Rafael Brito, CEO da Rumo Brasil.
Segundo a logtech, a estratégia é sorver os impactos da reforma sem repassar custos aos clientes, fortalecendo o transporte rodoviário de cargas por meio de tecnologia, governança e soluções que ampliem a eficiência e a previsibilidade dos negócios. A partir de 2026, a empresa prevê ajustar seus sistemas e plataformas digitais ao novo regime tributário, que deverá entrar em período de testes.
“Temos buscado uma atuação colaborativa, mantendo canais permanentes de diálogo com parceiros, fornecedores e entidades do setor, para que todos estejam preparados para as mudanças. Também participamos ativamente de fóruns e debates institucionais, levando a perspectiva das empresas de serviços para o meio da discussão”, finaliza o CEO da TruckPag.
