Rota Bioceânica pode transformar logística do agronegócio brasileiro. Tema do Agrotalk Business, em Ribeirão Preto, SP

Rota Bioceânica pode transformar logística do agronegócio brasileiro. Tema do Agrotalk Business, em Ribeirão Preto, SP

A Rota Bioceânica, galeria rodoviário que conecta o Brasil aos portos do setentrião do Chile por meio de Paraguai e Argentina, entra em uma novidade temporada de consolidação e passa a ocupar espaço nas discussões sobre o horizonte da logística, do agronegócio e do transacção exterior brasílio. Com mais de 3 milénio quilômetros de extensão, a relação cria uma opção terrestre entre os oceanos Atlântico e Pacífico e pode reduzir distâncias, tempo de transporte e custos para produtos destinados aos mercados asiáticos.

O tema será discutido no Agrotalk Business, que acontece em 15 de setembro, no Hangar Fontoura, em Ribeirão Preto (SP), reunindo produtores, executivos e autoridades para examinar os impactos da novidade infraestrutura sobre a logística, os investimentos e o transacção exterior brasílio.

Rota Bioceânica pode transformar logística do agro brasílio e aproximar produção pátrio dos mercados asiáticos. Foto:Toninho Ruiz

Mais do que uma estrada, o projeto representa um novo galeria de integração econômica entre quatro países sul-americanos. A iniciativa ganhou forma institucional em 2015, quando Brasil, Paraguai, Argentina e Chile assinaram a Enunciação de Assunção e criaram um grupo de trabalho para viabilizar o Galeria Rodoviário Bioceânico Porto Murtinho–Portos do Setentrião do Chile.

Um dos principais marcos físicos do projeto é a ponte internacional sobre o Rio Paraguai, que liga Porto Murtinho (MS), no Brasil, a Carmelo Peralta, no Paraguai. A estrutura tem 1.294 metros e teve suas extremidades conectadas em julho de 2026, representando uma lanço importante para a implantação do galeria.

Porquê funciona a Rota Bioceânica

O trajeto tem porquê porta de ingressão no Oceano Atlântico o Porto de Santos, maior multíplice portuário da América Latina e um dos maiores do mundo. A rota passa pela região Núcleo-Oeste brasileira e segue até Porto Murtinho, na fronteira com o Paraguai. Depois de transpor o Rio Paraguai, entra em território paraguaio, cruza a Argentina e chega ao setentrião do Chile, conectando-se a portos porquê Antofagasta, Iquique e Mejillones.

Na prática, a novidade conexão permitirá que cargas brasileiras tenham uma opção ao caminho tradicional marítimo utilizado para chegar aos mercados asiáticos. Entre os potenciais ganhos da relação rodoviária entre os oceanos Atlântico e Pacífico estão a redução do tempo de transporte e dos custos logísticos, além da diversificação das rotas de exportação.

Entretanto, para que esses benefícios se concretizem, não basta concluir as obras rodoviárias. A operação também dependerá da integração entre os sistemas aduaneiros, dos procedimentos sanitários, da fiscalização e das estruturas de suporte nos quatro países. Dessa forma, a eficiência do galeria estará relacionada não somente à infraestrutura física, mas também ao funcionamento coordenado das fronteiras e dos serviços envolvidos no transporte internacional.

Agronegócio pode ampliar alternativas para exportação

O agronegócio está entre os setores que podem ser mais beneficiados pela novidade conexão. Produtos porquê soja, carnes, açúcar, celulose e outros itens da tarifa exportadora brasileira têm poderoso demanda nos mercados asiáticos, que poderão ser alcançados por uma novidade opção logística.

Para produtores e empresas exportadoras, a possibilidade de utilizar diferentes corredores prevê uma otimização de 14 a 20 dias no prazo de entrega. Outrossim, a diversificação pode reduzir a submissão de determinados portos e trajetos e permitir uma gestão mais eficiente de custos e riscos logísticos.

A infraestrutura também pode estimular investimentos em armazenagem, transporte, terminais, serviços de suporte e outras atividades ao longo do trajeto, movimentando as economias das regiões atravessadas pela rota.

A infraestrutura física já apresenta avanços importantes. No entanto, a consolidação da Rota Bioceânica porquê galeria internacional depende de etapas complementares.

Rota Bioceânica pode transformar logística do agro brasílio e aproximar produção pátrio dos mercados asiáticos. Divulgação/JCR Content

No Brasil, as obras de chegada à ponte, em Porto Murtinho, incluem 13,1 quilômetros de rodovia, seis pontes, um viaduto e um Núcleo Integrado de Fronteira. O cronograma do chegada brasílio é atualmente indigitado para o início de 2027, enquanto a ponte e os acessos paraguaios possuem cronogramas próprios.

Além das obras, questões porquê burocracia nas fronteiras, integração do dedo, segurança, capacidade de transporte, mão de obra e serviços de suporte serão determinantes para que o galeria funcione de forma eficiente.

Agrotalk Business coloca a Rota Bioceânica em debate em Ribeirão Preto

A novidade verdade logística também mobiliza o setor. Em Ribeirão Preto, o Agrotalk Business terá a Rota Bioceânica porquê tema mediano em 15 de setembro, no Hangar Fontoura, reunindo produtores, executivos e convidados internacionais para discutir impactos em logística, investimentos e transacção exterior.

Para Aryane Garcia, presidente do Agrotalk Meeting e CEO da AGX Estratégias de Notícia, o debate ajuda a preparar o setor produtivo para as transformações relacionadas à novidade infraestrutura.

“Mais do que reduzir distâncias, a Rota Bioceânica aproxima economias, fortalece cadeias produtivas e cria oportunidades”, afirma.

Para aprofundar o debate sobre a integração regional, o Agrotalk Business já confirmou a participação de duas lideranças com atuação direta na pronunciação da Rota Bioceânica.

Jaime Verruck, economista e gestor público com mais de 30 anos de atuação, é doutor em Desenvolvimento e Planejamento Territorial e secretário de Estado de Meio Envolvente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso do Sul (Semadesc) desde 2015. Ao longo da curso, construiu uma trajetória marcada pelo desenvolvimento econômico, pela atração de investimentos e pela geração de empregos no estado. Ele estará no evento para contribuir com sua experiência e visão estratégica sobre o projeto.

Já João Carlos Parkinson de Castro, economista e diplomata de curso do Ministério das Relações Exteriores, atua porquê coordenador pátrio dos Corredores Rodoviário e Ferroviário Bioceânicos. Nessa função, lidera as articulações internacionais entre Brasil, Paraguai, Argentina e Chile em torno da Rota Bioceânica e também estará presente no evento.

Também já estão confirmados porquê painelistas do evento Charles Tang, Hugo Cagno Rebento e Selma Nunes. A mediação do quadro ficará a incumbência do empresário Chaim Zaher, referência no setor educacional e líder do Grupo SEB, hoje um dos maiores complexos de ensino do país. Sua relação com o agronegócio se consolidou com a geração da Harven Agribusiness School, em Ribeirão Preto, primeira instituição de ensino superior do Brasil dedicada exclusivamente à formação de líderes para o setor, fruto de parceria com a consultoria Markestrat.

O Agrotalk Business tem suporte institucional de UDOP — União Pátrio da Bioenergia, Tereos, Orplana, Camarbra, Brazil Korea Conference, Sindicato Rústico de Araraquara, Sindicato Rústico de Presidente Prudente, CEAL — Recomendação Empresarial da América Latina, Aprosoja São Paulo e Aprosoja Brasil. A realização é da AGX Estratégias.

A Tereos, uma das empresas líderes na produção de açúcar, etanol e pujança do país, será responsável pela ressarcimento das emissões de carbono provenientes da pujança elétrica consumida ao longo do evento Agrotalk Business. A ressarcimento é feita por meio de créditos de pujança renovável, obtidos com a certificação I-REC (da {sigla} em inglês International Renewable Energy Certificate). A utensílio é reconhecida internacionalmente e comprova a geração de pujança limpa a partir da rastreabilidade de sua origem.

O campo paulista também estará presente no Agrotalk Business. Em parceria com o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Turismo e Viagens, o evento recebe uma seleção próprio de produtores rurais paulistas, valorizando a volubilidade dos produtos que representam o estado.

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