O terminal logístico KBT, fruto da parceria estratégica entre Klabin, Brado Logística e TCP, completou quatro anos de operação em 15 de setembro de 2025 e registrou a maior movimentação desde sua inauguração. No primeiro semestre de 2025, foram movimentados 49.646 TEUs, volume 12% superior aos 44.450 TEUs registrados no mesmo período do ano anterior. As exportações de papel e celulose também tiveram propagação significativo, com subida de 13% em relação a 2024.
“Os aumentos progressivos na movimentação de contêineres, ano posteriormente ano, reforçam não unicamente o comprometimento da TCP com a primazia e a melhoria contínua dos processos no terminal de Ortigueira, mas também evidenciam a força da colaboração estratégica entre Klabin, Brado e TCP. Essa sinergia operacional tem sido fundamental para prometer fluidez logística, integração entre modais e ganhos consistentes em produtividade e previsibilidade”, destaca Fabio Henrique Mattos, gerente de operações logísticas da TCP.
Transporte ferroviário porquê diferencial no terminal logístico KBT
A interligação do terminal de contêineres dirigido pela TCP com a Unidade Ortigueira da Klabin, por meio da ferrovia operada pela Brado Logística, tem sido decisiva para o progresso da operação. Com capacidade produtiva de 2,5 milhões de toneladas de papel e celulose por ano, a unidade consolidou um galeria intermodal que reduziu a submissão exclusiva das rodovias e colocou o transporte ferroviário porquê protagonista.
Em maio de 2025, foi registrado um recorde de 31 trações no mês, ou seja, uma constituição ferroviária diária partindo de Ortigueira rumo ao porto de Paranaguá. Atualmente, o Terminal de Contêineres de Paranaguá é o único da Região Sul com conexão direta entre a zona primária e um ramal ferroviário.
O número de composições também cresceu. De pacto com a Brado Logística, 140 trens provenientes do KBT chegaram à TCP no primeiro semestre de 2024, enquanto em 2025 foram 152. A expansão resultou em uma estimativa de 12.232 caminhões a menos nas estradas do Paraná, reduzindo custos logísticos e o tráfico rodoviário.
“O protótipo de negócio da Klabin é integrado, maleável e diversificado, o que permite à Companhia expandir sua atuação continuamente, tanto interna porquê externamente. O KBT é importante nesse sentido, pois garantiu ao longo desses quatro anos um propagação fundamental para a empresa em mercados estratégicos”, afirma Roberto Bisogni, diretor de Planejamento Operacional e Logística da Klabin.
Sustentabilidade no transporte ferroviário
O uso da ferrovia também trouxe ganhos ambientais. Entre janeiro e julho de 2025, a estimativa é que a opção ferroviária tenha evitado a emissão de 16 milénio toneladas de CO2, volume equivalente à emissão anual de 3,4 milénio veículos. Para neutralizar esse impacto seriam necessárias mais de 113 milénio árvores, segundo cálculos da Brado.
“A capacidade de trouxa concentrada em um único trem minimiza as emissões de CO2 e ainda contribui para desafogar o fluxo rodoviário. É um exemplo evidente de porquê iniciativas muito estruturadas podem colaborar no enfrentamento das mudanças climáticas”, explica Graciele Santos, executiva mercantil da Brado Logística.
A redução das emissões também ocorre na infraestrutura portuária. A TCP concluiu a eletrificação de três guindastes RTG, que reduziram em 97% as emissões de CO2 por equipamento, modernizando a operação em Paranaguá.
Certificação inédita para o terminal logístico
Em agosto de 2025, o terminal de Ortigueira recebeu, de forma inédita, a certificação ISO 9001, que comprova elevados padrões de qualidade e eficiência operacional. O processo de auditoria também avaliou os 33 processos do Terminal de Contêineres de Paranaguá, assegurando a recertificação das normas ISO 9001 (Qualidade), ISO 14001 (Meio Envolvente) e ISO 45001 (Saúde e Segurança Ocupacional).
Atualmente, o terminal logístico KBT emprega 98 colaboradores e reflete a consolidação de um protótipo que fortalece a competitividade das exportações de papel e celulose brasileiras, tanto no longo curso quanto na cabotagem, ao unir eficiência operacional, integração modal e sustentabilidade.
