As vendas online consolidaram-se uma vez que um dos principais canais de desenvolvimento do varejo farmacêutico brasiliano. Pela primeira vez, as 29 redes associadas à Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) registraram faturamento superior a R$ 20 bilhões em um período de 12 meses, evidenciando a maturidade do consumo do dedo no segmento.
Os números fazem segmento de um estudo auditado pela FIA-USP, referente ao pausa entre dezembro de 2024 e novembro de 2025. No período, o faturamento alcançou R$ 21,58 bilhões, o que representa um desenvolvimento significativo de 54,82% em relação aos 12 meses anteriores. O desempenho reforça o progressão estrutural do e-commerce farmacêutico, impulsionado tanto pela evolução das plataformas digitais quanto pela maior crédito do consumidor.
De entendimento com Sergio Mena Barreto, CEO da Abrafarma, o resultado marca um ponto de viradela para o setor. “Nascente ano foi um marco para as grandes redes no uso do e-commerce uma vez que agregador de resultados de venda. Há um evidente maduração do varejo farmacêutico. Por consequência, o consumidor sente-se mais positivo para realizar essas transações em um envolvente seguro e com o devido respaldo lícito”, avalia.
Além do desenvolvimento do faturamento, a base de consumidores digitais também apresentou progressão significativo. O totalidade de clientes atendidos pelas plataformas online ultrapassou 150,8 milhões no período analisado, com média mensal de 12,6 milhões de consumidores. O faturamento médio por cliente foi de R$ 141,76, enquanto a expansão da base de usuários que aderiram ao ducto do dedo atingiu 39,85%.
Segundo Mena Barreto, esse desempenho consistente é resultado de um conjunto de iniciativas adotadas pelas redes farmacêuticas, com foco no fortalecimento do relacionamento com o consumidor. “O transacção eletrônico no segmento vem trilhando um caminho sólido de maduração e crédito”, afirma.
Nesse contexto, o executivo destaca que o padrão do dedo beneficia diretamente o cliente final. “O cliente se beneficia da conveniência desse padrão, em troca de uma oferta mais harmonizável com suas demandas e necessidades”, enfatiza. O progressão das vendas online reforça, assim, o papel estratégico dos canais digitais na transformação do varejo farmacêutico no Brasil.
