O Bradesco, principal banco privado no financiamento ao agronegócio, prevê liberar mais de R$ 50 bi em crédito no contextura do Projecto Safra 2025/2026, conforme transmitido divulgado em julho de 2025. A instituição pretende destinar aproximadamente R$ 15 bi em recursos com taxas controladas e outros R$ 35 bi por meio de recursos livres.
O montante será disponibilizado, em secção, por meio do E‑agro, ecossistema do dedo que conecta produtores a soluções financeiras e às principais marcas do setor. Segundo Roberto França, diretor de Agronegócios do Bradesco, “Nossa meta é expandir a carteira agro em 10% a 15% neste ciclo, impulsionados pela crescente demanda por crédito e pela eficiência do E‑agro”.

E‑agro e contratação do dedo de crédito agrícola
A plataforma E‑agro oferece uma jornada 100% do dedo, eficiente para produtores que buscam crédito de custeio via PRONAF ou PRONAMP. De congraçamento com Nadege Saad, head do E‑agro, o processo é simples e destro: “em exclusivamente sete etapas, o valor é depositado diretamente na conta, em até metade do tempo usual praticado pelo mercado”.
Esse sistema do dedo reduz burocracia e acelera o aproximação ao crédito rústico. A modalidade atende principalmente ao produtor familiar e ao de médio porte, com contratação sem trespassar da rancho.
Promoção Força no Campo e incentivo ao investimento rústico
O banco também lançou a quinta edição da promoção “Força no Campo”, com sorteio de três tratores (Massey Ferguson, New Holland e John Deere) para produtores que contratarem crédito rústico. Para cada R$ 10 milénio contratados, o cliente recebe um número da sorte. O primeiro sorteio ocorrerá em outubro de 2025, com os demais previstos para fevereiro e junho de 2026.
Impactos no agronegócio com crédito do dedo e incentivos
O Projecto Safra é o principal programa de incentivo à produção agropecuária no Brasil. Com previsão de R$ 50 bi em operações de crédito, o Bradesco reforça o pedestal ao setor. O uso da plataforma do dedo E‑agro e incentivos uma vez que a promoção “Força no Campo” colaboram para aumentar o aproximação ao financiamento rústico e estimular investimentos em maquinário.
Aliás, a expansão da carteira agro entre 10% e 15% reforça a tendência de digitalização no agronegócio. A combinação de crédito do dedo, facilidade de contratação e incentivos em equipamentos contribui para fortalecer a produção rústico em todo o país.

