Eletrificação e rastreamento devem acelerar o transporte refrigerado no Brasil em 2026, comenta Thermo King

Thermo King

O ano de 2026 deve marcar uma período de transição relevante para o transporte refrigerado no Brasil e no mundo, impulsionada pelo progresso da eletrificação, pela maior integração do dedo e pela pressão crescente por soluções de menor impacto ambiental. De um lado, consumidores e cadeias logísticas exigem mais eficiência, rastreabilidade e controle da trouxa; de outro, governos e grandes embarcadores reforçam metas de redução de emissões que vêm redesenhando a prisão do indiferente em graduação global.

Nesse contexto, a Thermo King, empresa com atuação histórica no desenvolvimento de soluções para controle de temperatura no transporte, avalia que tendências já observadas em 2024 e 2025 devem lucrar força ao longo de 2026, influenciando investimentos, padrões operacionais e decisões estratégicas de transportadores e embarcadores. O movimento reflete não somente uma evolução tecnológica, mas também uma mudança estrutural nas exigências do mercado.

“A eletrificação tem desenvolvido de forma significativa no mercado de distribuição, principalmente na Europa, onde essa tendência já se consolidou e deve se fortalecer ainda mais nos próximos anos. No Brasil, embora os carros elétricos de passeio tenham avançado, o transporte ainda está em estágio inicial, mas acreditamos em uma mudança consistente a partir dos próximos anos”, afirma Claudio Biscola, Líder Mercantil da Thermo King na América Latina.

Eletrificação e digitalização redesenham a prisão do indiferente

A eletrificação logística desponta porquê uma das principais tendências para 2026. Apesar de a oferta global de caminhões elétricos ainda ser limitada, ela vem crescendo de forma gradual. Nesse cenário, a Thermo King destaca a disponibilidade, no Brasil, de um equipamento de refrigeração 100% elétrico devotado ao mercado de distribuição, escoltado de sistemas mais eficientes do ponto de vista energético.

Segundo a empresa, o esforço global para reduzir emissões também levou à modernização dos sistemas de esbraseamento e ao desenvolvimento de soluções capazes de reduzir o consumo de combustível. “Oferecemos hoje o equipamento de refrigeração mais eficiente do mercado, capaz de reduzir em até 30% o consumo de combustível. Nossa missão é reduzir pelo menos 1 gigaton de CO² até 2030, e seguimos investindo em tecnologia para atingir esse objetivo”, destaca Claudio.

Além da eletrificação, tecnologias de telemetria e rastreamento vêm ganhando espaço no transporte refrigerado, ampliando o controle sobre a trouxa e reduzindo riscos operacionais. “Ainda há uma falta de conscientização sobre a influência da telemetria nos equipamentos de refrigeração. Quando muito aplicada, ela permite controle totalidade sobre a trouxa, reduz o consumo de combustível e evita perdas de produtos”, enfatiza o executivo.

Entre os desafios projetados para 2026 estão a escassez de regulamentações específicas, a defasagem nos valores do frete e a escassez de mão de obra qualificada. A empresa aponta ainda perdas relevantes de mantimentos durante o transporte no Brasil, frequentemente associadas ao uso inadequado de equipamentos ou à adoção de indiferente passivo sem controle.

Embora a Thermo King atue com soluções para os modais rodoviário, ferroviário, marítimo e distraído, a expectativa é de que o Brasil siga com predominância do transporte rodoviário nos próximos anos, diferentemente de mercados porquê Estados Unidos e Europa, onde a infraestrutura ferroviária é mais desenvolvida.

Do ponto de vista econômico, tecnologias de monitoramento e rastreamento tendem a ter dispêndio de adoção mais inferior, enquanto soluções voltadas à redução de emissões exigem investimento inicial maior, porém com retorno veloz. “Quando analisamos a curva de retorno, percebemos que a economia de combustível compensa a diferença em menos de três anos. Outrossim, contribuímos para a preservação do meio envolvente, deixando um legado positivo para as futuras gerações”, finaliza Claudio.

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