A mensuração e gestão de carbono vêm ganhando espaço nas empresas à medida que cresce a exigência por dados ambientais mais organizados, confiáveis e auditáveis. Em peculiar nos setores de transporte, logística e infraestrutura, a premência de estruturar informações, evitar inconsistências e aprimorar processos de validação tornou-se medial para seguir exigências regulatórias e demandas de mercado com maior precisão.
Esse movimento se reflete na expansão do mercado de tecnologia voltada à contabilidade de carbono. Segundo relatório da IMARC Group, o mercado brasiliano de software de contabilidade de carbono alcançou US$ 404,31 milhões em 2024, com expectativa de chegar a US$ 1,88 bilhão até 2033. Já no cenário global, dados da Business Research Insights apontam que o mercado de software de gerenciamento de carbono foi estimado em US$ 14,9 bilhões em 2025, com projeção de atingir US$ 45,1 bilhões até 2035.

Para atender a esse progressão, a multinacional britânica Achilles, especializada em compliance, ESG e gestão de riscos, lança no Brasil uma tecnologia voltada ao gerenciamento de carbono. A solução foi projetada para organizar dados sensíveis, reduzir falhas nos inventários corporativos e aumentar a confiabilidade das informações ambientais utilizadas pelas empresas.
A plataforma integra guia metodológico, calculadora automatizada e painéis de analytics, estruturando evidências e centralizando dados ambientais em um único envolvente. Com isso, empresas de diferentes setores conseguem edificar métricas consistentes, alinhadas a padrões de auditoria, além de facilitar o interceptação de informações com fornecedores e a identificação de áreas que exigem ações corretivas imediatas.
Segundo Fernanda Amaral, gerente territorial da Achilles no Brasil e técnico em ESG, o diferencial da tecnologia da empresa está na capacidade de reunir, em um quadro adaptativo e personalizável, informações críticas uma vez que evidências documentais, dados da cárcere de suprimentos, relatórios de performance e métricas sensíveis. “Esse protótipo concentrado oferece maior perspicuidade e desembaraço para organizações que precisam seguir fornecedores, qualificar parceiros, indagar processos de compra ou monitorar riscos operacionais em tempo real.”
Ou por outra, a plataforma utiliza lucidez analítica e recursos de IA para verificar informações de forma contínua, identificar padrões, sinalizar desvios e gerar insights alinhados às prioridades de cada negócio, apoiando decisões mais rápidas e fundamentadas em dados confiáveis.
Para Fernanda, o principal duelo das empresas não está exclusivamente no conta das emissões. “Boa secção das inconsistências encontradas nos inventários de carbono nasce da falta de padronização. Muitas empresas calculam emissões sem metodologia unificada ou sem trilha de evidências, o que compromete credibilidade, auditoria e tomada de decisão.”
Ela também destaca que métricas ambientais robustas passaram a influenciar diretamente competitividade, chegada a financiamento e reputação corporativa. “Medir carbono com precisão deixou de ser exclusivamente uma demanda de sustentabilidade. Hoje é uma exigência de negócio que depende de dados consistentes, processos estruturados e visibilidade sobre toda a cárcere. Empresas que entendem seus dados com profundidade conseguem identificar onde estão seus maiores impactos, priorizar investimentos e antecipar riscos regulatórios.”
Com o lançamento, a Achilles amplia sua atuação no Brasil ao oferecer uma solução voltada ao aumento da maturidade na gestão de riscos e dados ambientais, atendendo empresas dos setores de vontade, logística, infraestrutura, mineração e indústria. A iniciativa acompanha a tendência global de digitalização da gestão corporativa e de decisões baseadas em rastreabilidade completa e dados confiáveis.
