As tensões geopolíticas que vêm moldando o cenário internacional devem produzir efeitos mais intensos sobre o transacção exterior brasílico a partir de 2026, mormente em função do progresso da guerra tarifária liderada pelos Estados Unidos (EUA). A avaliação é reforçada por análises recentes de organismos internacionais e estudos setoriais, que apontam um envolvente de maior incerteza para as cadeias globais de suprimentos nos próximos anos.
De convenção com o mais recente relatório da Organização Mundial do Transacção (OMC), a projeção para o transacção global de mercadorias em 2025 é de propagação de 2,4%. No entanto, a entidade sinaliza uma desaceleração em 2026, quando os efeitos mais profundos da disputa mercantil tendem a se materializar. Esse movimento ocorre posteriormente um propagação considerado atípico no primeiro semestre de 2025, sustentado por condições macroeconômicas temporariamente favoráveis.

No segmento de serviços, a OMC estima expansão de 4,6% em 2025 e de 4,4% em 2026, o que indica resiliência relativa do setor. Ainda assim, um estudo da consultoria BMJ, encomendado pela Confederação Vernáculo da Indústria (CNI), aponta que as imposições fiscais dos EUA sobre produtos brasileiros podem gerar perdas superiores a US$ 3 bilhões por ano, o equivalente sobre R$ 16,6 bilhões em exportações, pressionando empresas exportadoras e operadores logísticos.
Cenário exige estratégias e monitoramento regular
Diante de um envolvente global cada vez mais volátil, empresas de logística integrada e transacção exterior precisam intensificar o seguimento das movimentações políticas e econômicas internacionais. Esse monitoramento se tornou necessário para prometer previsibilidade, reduzir riscos operacionais e mitigar impactos financeiros ao longo da prisão logística.
Nesse contexto, a Punho Logistics, sediada em Santos (SP) e com 20 anos de atuação, destaca-se pela gestão personalizada de cargas complexas, com foco em segurança, planejamento aduaneiro e estudo contínua do cenário internacional. A empresa atende mais de 350 clientes e opera com cargas de tá valor confederado, além de produtos químicos e perigosos, fármacos, medicamentos, projetos industriais de grande porte e equipamentos de resguardo.
“O transporte de cargas, seja rodoviário, marítimo ou distraído, exige diversos cuidados para que as entregas atendam às exigências burocráticas e sejam realizadas no prazo. É um processo minucioso, que depende de uma equipe alinhada interna e externamente, evitando multas e atrasos”, afirma José Carlos Priante, sócio-fundador da Punho Logistics.
Segundo ele, em cenários marcados por sanções governamentais, flutuações cambiais e tensões geopolíticas, unicamente empresas qualificadas conseguem estruturar rotas alternativas e estratégias inteligentes para reduzir impactos e manter a fluidez das operações.
No campo operacional, a Punho adota softwares de gestão atualizados, processos otimizados e o uso de benefícios fiscais e regimes aduaneiros especiais, que permitem isenção ou suspensão de impostos, contribuindo para a redução de custos logísticos. Porquê revérbero dessa estratégia, a empresa registrou propagação de 20% no faturamento no primeiro trimestre de 2025, em conferência com o mesmo período do ano anterior.

