A VLI, companhia de soluções de logística integrada que atua em ferrovias, portos e terminais, registrou um desempenho histórico na movimentação de grãos e farelos durante os seis primeiros meses de 2025.
No período, foram transportadas 11,9 milhões de toneladas desses insumos, resultado 10% superior ao volume registrado em 2024 e 5% supra do recorde anterior, obtido entre janeiro e junho de 2023, quando foram movimentadas 11,3 milhões de toneladas. Os principais destinos das cargas são países da América, Ásia e Europa.

De convenção com o gerente-geral Mercantil de Grãos e Fertilizantes da empresa, Gabriel Fonseca, a performance reflete a intensidade das operações neste ano. “Estamos imprimindo um ritmo muito potente desde o início do ano e performamos o melhor primeiro semestre da história da VLI. Procuramos estar ao lado dos nossos clientes conectando as estratégias e trabalhando com foco em primazia operacional e na segurança das nossas equipes, apoiando no escoamento das commodities, com resultados positivos para a companhia e para a tarifa de exportações do país”, afirmou.
Corredores logísticos da VLI impulsionam movimentação de grãos
A movimentação recorde de grãos e farelos envolve principalmente soja e milho, além dos farelos utilizados na produção de ração bicho. O escoamento ocorre por três corredores de grande relevância no sistema integrado da VLI.
O galeria Leste conecta o Triângulo Mineiro ao sistema portuário do Espírito Santo por meio da Ferrovia Meio-Atlântica (FCA). Já o galeria Sudeste integra o Meio-Oeste à região do Porto de Santos, também pela FCA.
Por sua vez, o galeria Setentrião garante que a produção agrícola do Matopiba seja direcionada ao mercado internacional via tramo setentrião da Ferrovia Setentrião-Sul, sob controle da companhia, em conjunto com o sistema portuário de São Luís.
Todos os corredores operados pela VLI contam com terminais integradores estrategicamente posicionados. Nesses pontos ocorre o transbordo das cargas do modal rodoviário para o ferroviário, além da oferta de capacidade de armazenagem ao produtor brasiliano.

