O ministro de Portos e Aeroportos (MPor), Silvio Costa Rebento, anunciou na última sexta (12/12) um investimento privado de R$ 948 milhões para a expansão e modernização do Rio Brasil Terminal, operado pela ICTSI no Porto do Rio de Janeiro (RJ). Oriente projeto, previsto para ser executado entre 2025 e 2029, terá o papel estratégico de enaltecer a capacidade operacional do terminal em 70,5%, passando de 440 milénio TEU/ano para 750 milénio TEU/ano. Desta forma, a iniciativa consolida o Rio de Janeiro porquê um hub logístico fundamental para as regiões Sudeste e Núcleo-Oeste.
Durante o pregão, o ministro destacou a valia da ampliação para o prolongamento portuário e o fortalecimento do transacção exterior brasílico. “É um investimento de quase R$ 1 bilhão que vai ser fundamental para a gente ampliar as operações cá do Porto do Rio, saindo de 440 milénio para 750 milénio TEU e, no horizonte, quem sabe chegar a 1,2 milhão”, afirmou. Além do proveito em capacidade, a medida também é vista porquê um fator de impacto direto no serviço e na renda. “Eu digo sempre: o maior programa social do Brasil é o serviço e a renda”, completou Costa Rebento, reforçando o potencial de geração de oportunidades com a expansão do terminal.
O ministro também ressaltou o desempenho do Porto do Rio de Janeiro, mencionando que, até 30 de novembro, a movimentação de cargas já havia desenvolvido 14% em 2025. Segundo ele, a política de investimentos faz secção de uma estratégia mais ampla para enaltecer a competitividade do sistema portuário pátrio. “Isso é importante porque, quando colocamos o porto em parceria com o Governo Federalista, o governo do estado e os municípios, fortalecemos a enxovia produtiva e a logística do país”, disse.
Investimento em Infraestrutura e Tecnologia no Rio Brasil Terminal
O projecto de investimentos abrange uma combinação de obras de infraestrutura e a compra de equipamentos de última geração, com foco em automação e no aumento da eficiência operacional. Entre as ações previstas, destaca-se a unificação e expansão dos pátios de armazenagem e o rearranjo de edificações para otimizar os fluxos internos. Aliás, está incluída a modernização dos sistemas de utilidades e infraestrutura elétrica, muito porquê a compra de novos equipamentos para a movimentação de contêineres.
Em termos de tecnologia, o projeto contempla a implantação de sistemas avançados para controle de aproximação, monitoramento e gestão de cargas. Tais adequações também visam atender exigências regulatórias recentes, sobretudo as normas da Receita Federalista. Adicionalmente, o projecto incorpora medidas de sustentabilidade ambiental, alinhadas aos compromissos globais da ICTSI com operações responsáveis e descarbonização. Na visão do ministro Costa Rebento, iniciativas porquê essa ampliam a competitividade e proporcionam previsibilidade ao setor. “O que nós queremos é dar segurança aos empreendimentos, desburocratizar e melhorar o envolvente de negócios, ao lado das agências reguladoras e dos órgãos de controle”, afirmou.
O diretor-presidente do Rio Brasil Terminal, Roberto Lopes, mencionou que a data do pregão coincidiu com o natalício de seis anos da concessionária avante do terminal, reforçando o foco na melhoria contínua. “Hoje a gente completa seis anos porquê secção integrante do grupo ICTSI. De lá pra cá, a gente tem conseguido investir muito no Porto do Rio, sempre com foco em oferecer o melhor serviço verosímil, com essa paixão por servir e a procura de ser 1% melhor todo dia”, disse.
Roberto Lopes também ressaltou que a expansão se soma a outras iniciativas da empresa para fortalecer a logística no estado e ampliar a conectividade regional. “Esse esforço se soma aos nossos investimentos nos corredores logísticos Rio–Minas e Rio–Suzano, com ênfase no transporte ferroviário. Assim, não exclusivamente ampliaremos a capacidade do Rio Brasil Terminal, porquê também poderemos ajudar a mitigar o congestionamento observado em outros portos, distribuindo melhor a demanda portuária no país”, afirmou. Para ele, o investimento representa uma “revolução interna e externa” para impulsionar as entregas ao transacção exterior e substanciar o papel logístico do Rio de Janeiro.
Com a expansão, o terminal ganhará eficiência para operar navios de grande porte no princípio completo, incluindo embarcações New Panamax e Post-Panamax, de até 366 metros de comprimento e com capacidade superior a 13 milénio TEU. O cronograma prevê a chegada dos primeiros novos guindastes a partir de meados de 2026, preparados para atender embarcações ainda maiores, seguindo a tendência global de aumento do tamanho dos navios na costa leste da América do Sul.
O setor portuário brasílico, segundo Costa Rebento, está em uma período de prolongamento e investimentos, vivenciando “o maior volume de concessões da história”. Roberto Lopes avalia que o projeto é crucial para manter a competitividade do Porto do Rio frente ao aumento da demanda. “Esse investimento é necessário para o Rio aumentar sua eficiência e manter sua competitividade e capacidade de haurir secção da demanda hoje concentrada em outros portos. É um projeto que beneficia não exclusivamente o terminal, mas toda a economia do Sudeste e Núcleo-Oeste do Brasil”, afirmou.
As projeções indicam que, com a implementação integral dos investimentos, o terminal deverá operar com utilização em torno de 75% entre 2029 e 2030, garantindo maior previsibilidade para a enxovia logística. Isso resultará em operações mais fluidas, tempos de espera controlados, custos reduzidos e maior resiliência frente a possíveis gargalos em outros portos. Sem essas intervenções, a saturação do terminal poderia ocorrer entre 2027 e 2028.
Representando a maior operadora portuária independente do mundo, com presença em 33 terminais em 19 países, o vice-presidente da ICTSI para as Américas, Anders Kjeldsen, reafirmou o compromisso da empresa com o Brasil. “No Brasil, estamos focados em trazer os mais altos padrões internacionais de eficiência operacional e desenvolvimento tecnológico para nossas operações. Oriente projeto demonstra nosso compromisso de longo prazo com o desenvolvimento da competitividade logística brasileira”, concluiu.
