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Transporte de cargas perigosas: falhas operacionais aumentam riscos e exigem mais segurança, adverte consultor

O transporte de cargas perigosas segue uma vez que uma atividade sátira para setores estratégicos, uma vez que as indústrias química, farmacêutica, energética e automotiva. Embora exista um largo conjunto de normas nacionais e internacionais, falhas operacionais ainda são recorrentes, elevando o risco de acidentes, prejuízos financeiros e impactos ambientais relevantes.

De consonância com Leonardo Lopes Bezerra, consultor em materiais perigosos e técnico em certificação e conformidade de embalagens, o principal duelo não está na escassez de regulamentação. “O setor é altamente regulamentado, mas ainda enfrenta desafios na emprego prática dessas exigências no dia a dia das operações”, afirma.

Falhas no transporte de cargas perigosas expõem riscos operacionais

Entre os erros mais frequentes está a classificação incorreta dos materiais, lanço importante para definir requisitos de transporte, armazenamento e manuseio. Quando realizada de forma inadequada, compromete toda a calabouço logística e aumenta significativamente os riscos.

Outro ponto crítico é o uso de embalagens fora de conformidade. Produtos perigosos exigem recipientes certificados, capazes de suportar condições adversas e prometer vedação adequada. A utilização de embalagens inadequadas pode resultar em vazamentos, contaminações e acidentes ao longo do trajeto.

Aliás, falhas na rotulagem, sinalização e documentação continuam sendo um problema relevante. Informações incorretas ou incompletas dificultam a identificação da fardo, prejudicam a resposta em situações de emergência e podem gerar penalidades, retenções e atrasos operacionais.

O planejamento logístico também aparece uma vez que um fator determinante. A escolha de rotas inadequadas, a escassez de estudo de riscos e a falta de planos de contingência estão entre os erros mais críticos, mormente em operações que envolvem áreas urbanas ou trajetos com maior dificuldade.

Leonardo Lopes Bezerra: “O setor é altamente regulamentado, mas ainda enfrenta desafios na emprego prática dessas exigências no dia a dia das operações”

Outro risco significativo está na incompatibilidade de cargas. O transporte conjunto de substâncias que podem reagir entre si ainda ocorre, podendo provocar incêndios, explosões ou liberação de gases tóxicos.

Segundo o técnico, a repetição dessas falhas evidencia uma vácuo entre a regulamentação e a prática operacional. “A conformidade não pode ser tratada exclusivamente uma vez que uma exigência burocrática. Ela precisa estar incorporada à cultura das empresas, com treinamento contínuo e processos muito estruturados”, destaca.

Com o aumento da demanda por transporte de insumos sensíveis, uma vez que as baterias de lítio, o tema ganha ainda mais relevância. Nesse contexto, investir em capacitação, controle de processos e aderência às normas deixa de ser exclusivamente uma obrigação permitido e passa a ser uma medida importante para prometer a segurança logística, proteger vidas e reduzir impactos ambientais.

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