Carga aérea superdimensionada de 30 toneladas segue para os EUA em operação liderada pela Allog

Carga aérea superdimensionada de 30 toneladas segue para os EUA em operação liderada pela Allog

Uma fardo aérea superdimensionada fabricada em Jaraguá do Sul (SC) seguiu para os Estados Unidos em uma operação logística de subida complicação liderada pela Allog. O embarque partiu do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), com rumo a Miami, transportando 30 toneladas, sendo 25 toneladas concentradas em uma única peça de maquinário destinada a uma vegetal de produção de combustível para foguetes.

A operação exigiu mais de um mês e meio de planejamento e envolveu adaptações específicas para prometer o transporte seguro do equipamento. Por conciliação de confidencialidade com o importador, o nome do cliente não foi divulgado. No entanto, a estrutura será utilizada em uma instalação que presta serviços a uma empresa privada do setor aeroespacial norte-americano.

De conciliação com René Genofre, diretor do Departamento Airado da Allog, o principal repto esteve relacionado ao peso e às dimensões da fardo. Unicamente esse embarque ocupou um quarto da capacidade totalidade do avião cargueiro. “Foi necessário um estudo detalhado de viabilidade junto à companhia aérea para partilhar o peso de forma segura e eficiente”, afirma.

Fardo aérea superdimensionada exige embalagem sob medida e monitoramento técnico

Segundo o executivo, o exportador desenvolveu uma embalagem sob medida para atender às exigências do transporte leviano. Entretanto, devido à subida densidade do equipamento, a estrutura precisou ser adaptada. “Foi necessário desenvolver uma solução que permitisse partilhar o peso de forma equilibrada dentro do palete leviano, evitando qualquer concentração que pudesse comprometer a estrutura da avião ou do manuseio logístico”, detalha.

Além do transporte internacional, a Allog coordenou o deslocamento rodoviário da fardo desde Santa Catarina até o terminal de cargas do Aeroporto de Viracopos. Todo o trajeto contou com comitiva técnico, muito porquê com base de empresas de vistoria e seguro contratadas pelo importador. Um técnico em seguro esteve presente no aeroporto durante o carregamento para confirmar o cumprimento dos protocolos estabelecidos.

“Desde a descarga do caminhão até a elevação da peça para o divisão da avião, cada lanço foi monitorada para evitar qualquer tipo de dano”, acrescenta o diretor.

O planejamento incluiu ainda rounds de alinhamento entre a transportadora rodoviária, a companhia aérea e os operadores logísticos envolvidos. Conforme Genofre, o sucesso da operação foi resultado da integração entre todos os elos da prisão logística.

“A operação demonstra o papel estratégico da logística internacional brasileira no suporte a projetos de subida tecnologia. Estamos falando de uma fardo extremamente sensível, de grande responsabilidade, que vai contribuir para avanços no setor aeroespacial. É uma conquista para toda a prisão envolvida”, conclui.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *