A AGV, operador logístico especializado na gestão de cadeias de suprimentos complexas, estruturou o TechLab, laboratório interno voltado ao desenvolvimento de soluções tecnológicas proprietárias aplicadas às operações logísticas. O projeto faz secção da estratégia da companhia para ampliar o controle sobre processos e sublevar a eficiência operacional em diferentes frentes da prisão de suprimentos.
O investimento em P&D na logística representa muro de 4% do faturamento anual da empresa, equivalente a aproximadamente R$ 76 milhões por ano. Segundo a companhia, os recursos são destinados de forma contínua ao desenvolvimento de tecnologias internas, com foco em suporte às operações e integração entre sistemas e processos logísticos.
A empresa conta atualmente com 68 operações no Brasil e 33 centros de distribuição na Colômbia, somando mais de 400.000 m² de superfície de armazenagem sob gestão. Aliás, mantém uma carteira de 555 clientes ativos nos dois países, o que exige soluções adaptadas a diferentes perfis de operação e níveis de dificuldade logística.
Nesse contexto, o TechLab é estruturado porquê secção do envolvente operacional da empresa, com desenvolvimento de ferramentas aplicadas diretamente às demandas da rede logística. A iniciativa acompanha a urgência de padronização, visibilidade e controle em operações distribuídas geograficamente.
O desempenho financeiro recente também integra o cenário de expansão. Em 2025, a companhia registrou faturamento bruto de muro de R$ 1,9 bilhão, com propagação entre 6% e 7% em relação ao ano anterior. Para 2026, a meta da empresa é ampliar a receita em aproximadamente 12%, mantendo a estratégia de reinvestimento em tecnologia e desenvolvimento interno.
De concordância com o protótipo operacional da companhia, o investimento em tecnologia faz secção da estrutura de sustentação do propagação, mormente em um cenário de operações complexas e multi-setoriais.
A AGV atua há 25 anos no setor de logística, com presença no Brasil e na Colômbia, e foco na gestão de prisão de suprimentos para segmentos porquê saúde bicho, saúde humana e bens de consumo. Com protótipo asset light, a empresa opera com menor imobilização de ativos e maior flexibilidade operacional, propriedade relevante em operações de subida dificuldade.
