LogTru

Criminalidade urbana cada vez mais inteligente exige novas respostas do setor logístico, destaca Velox Soluções Técnicas

O progressão das operações urbanas e da logística urbana de última milha tem diferente o perfil das ocorrências no transporte rodoviário de cargas e exigido novas estratégias de prevenção e resposta por secção das empresas do setor. Mais pulverizadas, rápidas e direcionadas a cargas de subida liquidez, as ações criminosas vêm pressionando transportadoras, seguradoras, embarcadores e operadores logísticos a ampliar investimentos em perceptibilidade operacional, estudo de dados e velocidade de reação.

De convénio com levantamento mais recente da NTC&Logística, o Brasil registrou 8.570 ocorrências de roubo de cargas em 2025. Embora o número represente uma redução em conferência ao ano anterior, os estados de São Paulo e Rio de Janeiro continuam concentrando a maior secção dos casos, refletindo a poderoso exposição das operações urbanas e dos principais corredores de distribuição do país.

Além da concentração geográfica, o setor tem observado mudanças relevantes no comportamento das quadrilhas. Os crimes estão cada vez mais associados a grupos organizados que atuam de forma direcionada sobre produtos de rápida comercialização, porquê medicamentos, provisões, eletroeletrônicos e cargas fracionadas ligadas ao e-commerce.

Perceptibilidade operacional ganha valor diante da evolução do roubo de cargas

Segundo Jeder Ribas, diretor executivo da Velox Soluções Técnicas – empresa que atua na gestão operacional de ocorrências relacionadas ao transporte rodoviário de cargas, oferecendo serviços de pronta resposta, sindicância, regulação de sinistros e recuperação de ativos no Brasil e em outros países da América do Sul –, o cenário atual exige operações mais integradas e orientadas por informações em tempo real.

“As ocorrências urbanas são muito dinâmicas. Muitas vezes, o tempo entre o evento e a tomada de decisão é extremamente limitado. Isso exige processos organizados, capacidade de estudo rápida e integração das informações para reduzir perdas e concordar a recuperação de ativos”, afirma.

De convénio com Ribas, a crescente complicação das ocorrências também vem alterando a forma porquê empresas especializadas estruturam suas operações.

“Hoje, não basta somente reagir ao sinistro. É preciso interpretar dados rapidamente, priorizar ações e transformar informação em resposta operacional. O setor está caminhando para operações cada vez mais conectadas e orientadas por perceptibilidade”, explica.

Nesse contexto, cresce a procura por ferramentas capazes de correr a tomada de decisão e aumentar a eficiência operacional. O movimento tem impulsionado investimentos em automação de processos, organização de fluxos operacionais, estudo de ocorrências e padronização de informações em toda a enxovia logística.

Aliás, a urgência de respostas mais rápidas se tornou ainda mais evidente nas operações urbanas, principalmente em regiões com elevada circulação de mercadorias e poderoso presença de entregas fracionadas ligadas ao transacção eletrônico.

Para as empresas do setor, a combinação entre estudo de dados, velocidade operacional e integração entre equipes tende a lucrar cada vez mais relevância diante da evolução dos riscos associados ao transporte rodoviário de cargas. Em um envolvente marcado por operações cada vez mais complexas e dinâmicas, a capacidade de transformar informações em ações rápidas passa a ser um dos principais fatores para reduzir perdas e ampliar a segurança logística.

Sair da versão mobile