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Estudo aponta diversificação de sistemas de propulsão e energia como saída para a recessão do frete nos Estados Unidos

O relatório State of Sustainable Fleets 2026 aponta que a diversificação de sistemas de propulsão e fontes de pujança tem sido uma estratégia médio para enfrentar a recessão prolongada do transporte rodoviário de cargas nos Estados Unidos. Segundo o estudo, empresas que adotam múltiplas tecnologias estão mais preparadas para mourejar com interrupções tarifárias, cortes de financiamento federalista e a instabilidade do mercado.

Divulgado durante a ACT Expo, em Las Vegas, o levantamento da TRC Companies indica que o setor enfrenta um dos cenários mais complexos de sua história recente. Isso ocorre devido à combinação de fatores porquê a retração do frete, que já dura três anos, aumento de custos — com tarifas que podem chegar a US$ 35 milénio por caminhão — e mudanças significativas nas políticas públicas voltadas ao transporte e à pujança.

Aliás, a retirada de incentivos federais, porquê créditos fiscais para veículos de emissão zero e cortes em programas de financiamento, contribuiu para um envolvente mais reptante. Ainda assim, o estudo mostra que o setor não está em retração, mas sim em adaptação estrutural.

Nesse contexto, mais de US$ 5 bilhões em recursos provenientes de programas estaduais, locais e de concessionárias continuam disponíveis anualmente até 2028. Ao mesmo tempo, a lucidez sintético deixou de ser experimental e passou a integrar operações convencionais de frotas, com aplicações em roteirização, manutenção preditiva e gestão operacional.

Lucidez Sintético e Caminhões Autônomos

A adoção de lucidez sintético nas frotas vem crescendo de forma consistente. Atualmente, tapume de metade das empresas já utiliza a tecnologia, com ganhos mensuráveis em eficiência, aumento do tempo de atividade dos veículos e melhor aproveitamento dos ativos. A expectativa é que até 2027 tapume de 35% das frotas estejam equipadas com soluções baseadas em IA.

Paralelamente, o transporte autônomo avança dos testes para operações comerciais. Caminhões pesados já começaram a operar em graduação em 2025, e a tendência é de expansão para novas rotas e regiões até o término de 2026.

Políticas e financiamento

Com a redução do espeque federalista, o protagonismo passou a ser de estados e do próprio mercado. Apesar disso, os investimentos continuam relevantes, com destaque para programas estaduais e padrões de combustíveis de inferior carbono, que seguem estimulando a adoção de tecnologias mais limpas.

Aliás, novas metas para combustíveis renováveis, estabelecidas pela EPA, devem impulsionar o uso de biodiesel e diesel renovável nos próximos anos, ampliando a diversificação energética no setor.

Diesel e combustíveis renováveis

Embora o diesel continue preponderante, há um movimento crescente de substituição por alternativas porquê biodiesel e diesel renovável. Esses combustíveis, conhecidos porquê “drop-in”, utilizam a mesma infraestrutura existente, o que facilita a adoção em larga graduação.

Ainda assim, o mercado de caminhões Classe 8 registrou queda de 16% em 2025, refletindo a retração do frete e o aumento de custos. Em contrapartida, operadores têm investido em eficiência energética, alcançando melhores índices de consumo.

Gás oriundo e propano

O uso de gás oriundo segue relevante, principalmente com a introdução de motores mais eficientes, porquê o padrão de 15 litros, que apresenta desempenho semelhante ao diesel. Aliás, o gás oriundo renovável (RNG) vem ganhando espaço, permitindo operações com menor impacto ambiental.

O propano também mantém prolongamento, impulsionado pelo menor dispêndio operacional. Mais recentemente, passou a ser utilizado porquê manadeira de pujança para infraestrutura de recarga de veículos elétricos, ampliando seu papel no setor.

Veículos elétricos e hidrogênio

Os veículos elétricos a bateria continuam avançando, principalmente no segmento de média fardo, onde já demonstram viabilidade econômica. No entanto, o prolongamento enfrenta desafios de pequeno prazo, porquê a redução de incentivos e limitações de infraestrutura.

Já o hidrogênio enfrenta um cenário mais incerto, com queda nos investimentos e na adoção. Ainda assim, mantém potencial para aplicações em longas distâncias e cargas pesadas, principalmente se houver retomada de investimentos em infraestrutura.

De pacto com o estudo, a principal epílogo é que a diversificação tecnológica deixou de ser uma selecção e passou a ser uma estratégia médio para a gestão de risco no setor. Em um envolvente marcado por volatilidade, a combinação de diferentes soluções — incluindo lucidez sintético, combustíveis alternativos e novos sistemas de propulsão — tem se mostrado fundamental para sustentar a operação das frotas sustentáveis.

A Penske Transportation Solutions e a Volvo Trucks North America atuam porquê patrocinadoras principais do State of Sustainable Fleets 2026. A Exelon Companies e a S&P Global Mobility atuam porquê patrocinadoras secundárias. Cada patrocinadora contribui com conhecimento e dados que reforçam a credibilidade das conclusões.

Para acessar o estudo completo e receber atualizações e análises contínuas do State of Sustainable Fleets, visite www.StateofSustainableFleets.com.

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