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Mercado de logística digital pode atingir US$ 155,3 bi até 2032

A logística do dedo está transformando os modelos tradicionais de transporte e armazenagem em todo o mundo. Com o espeque de tecnologias uma vez que perceptibilidade sintético (IA), Internet das Coisas (IoT), blockchain e big data, o setor avança para se tornar mais eficiente, seguro e sustentável.

Segundo um relatório da Allied Market Research, a expectativa é que o mercado global de logística do dedo alcance US$ 155,3 bilhões até 2032. Em 2022, o valor era de US$ 25 bilhões, o que indica uma projeção de propagação expressiva para a próxima dezena.

Mercado global de logística digital pode atingir US$ 155,3 bilhões até 2032, aponta estudo da Allied Market Research

O levantamento mostra que a digitalização do setor é impulsionada principalmente pela procura por eficiência operacional, redução de custos logísticos e melhor rastreabilidade das cargas. Diversas soluções tecnológicas já estão sendo implementadas em países desenvolvidos e também começam a lucrar espaço em mercados emergentes.

Tecnologias aplicadas à logística do dedo

Entre as principais inovações estão os veículos autônomos, uma vez que caminhões e drones controlados por IA e sensores, que prometem entregas mais rápidas e econômicas. O uso de blockchain também se destaca ao permitir rastreabilidade em tempo real e prevenção de fraudes na ergástulo logística.

Ou por outra, sensores inteligentes têm sido utilizados para monitorar temperatura, umidade e localização das cargas, enquanto a IoT conecta equipamentos e sistemas logísticos à internet, otimizando processos uma vez que controle de estoques, rastreamento e manutenção preventiva.

Outra tecnologia em expansão é o atendimento personalizado, fundamentado em estudo de dados para harmonizar entregas e comunicações segundo as preferências dos clientes. Já a estudo de big data possibilita a previsão de demandas e o mapeamento de rotas mais eficientes.

Lucidez sintético pode erguer produtividade logística em até 40%

A perceptibilidade sintético tem papel meão nesse cenário. Segundo dados da Intelipost, a IA pode aumentar a produtividade da logística em até 40% na próxima dezena. Já a consultoria McKinsey estima que a tecnologia pode gerar até US$ 2 bilhões anuais nos próximos 20 anos, ao automatizar tarefas repetitivas, melhorar a gestão de estoques e prever demandas com maior precisão.

Essa automação contribui não somente para a eficiência, mas também para a sustentabilidade das operações logísticas, ao reduzir desperdícios e otimizar o uso de recursos.

Desafios para a logística do dedo no Brasil

Apesar do progressão global, o Brasil ainda enfrenta obstáculos significativos para a digitalização plena da logística. De conformidade com especialistas, o país pode levar até 10 anos para digitalizar dados logísticos básicos, lanço precípuo antes da adoção em larga graduação de tecnologias uma vez que IA e IoT.

Durante a Intermodal South America 2024, Antonio Wrobleski, na era presidente da BBM Logística, lembrou que murado de 95% das transportadoras brasileiras têm frotas com menos de cinco caminhões, o que dificulta a absorvência de inovações tecnológicas de cimalha dispêndio.

Outro repto é a exiguidade de uma legislação específica para perceptibilidade sintético no Brasil, o que limita a adoção de soluções automatizadas em graduação. Mesmo entre grandes empresas, o potencial da IA ainda é subutilizado, exigindo maior investimento em capacitação tecnológica, integração de sistemas e infraestrutura do dedo.

Ainda assim, o debate sobre logística do dedo no Brasil tem avançado, com iniciativas públicas e privadas voltadas à transformação do dedo do setor. O desenvolvimento de políticas públicas, marcos regulatórios e parcerias tecnológicas será decisivo para açodar a modernização logística no país nos próximos anos.

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