A MovimentAI iniciou suas operações no mercado brasílico com uma plataforma do dedo voltada à integração entre embarcadores, transportadoras e motoristas, com o objetivo de enfrentar um dos principais gargalos do transporte rodoviário de cargas: a privação de motoristas no momento do carregamento. De contrato com estimativas do setor, tapume de 11% dos carregamentos sofrem com no-shows, situação que compromete prazos, eleva custos e gera ineficiências operacionais.
Segundo a empresa, o problema se intensificou à medida que o protótipo de operação logística passou a depender majoritariamente de frota agregada e terceirizada. “Os sistemas de gestão de transportes (TMS) de hoje foram feitos para um traçado de frota própria e dia perfeito, um pouco muito geral até final dos anos 2010, mas o jogo mudou, atualmente mais de 70% das empresas já operam com agregados e frota terceirizada na operação. Nós criamos a MovimentAI para essa veras brasileira, onde tudo pode intercorrer, empresas reduzindo dispêndio de obtenção de veículos e folha e terceirizando cada vez mais a operação”, afirma Sérgio Simões, CEO e fundador da MovimentAI.

O impacto financeiro do no-show é relevante. Além do detença nas entregas, a substituição emergencial de motoristas pode preconizar o dispêndio do frete em até 30%, somando-se a despesas com armazenagem e multas por trouxa paragem. A gestão manual dessas ocorrências consome, em média, quatro horas diárias das equipes operacionais, divididas entre a procura por novas ofertas e a solução de falhas. De contrato com dados setoriais e análises internas da MovimentAI, esses gargalos representam perdas anuais bilionárias em um setor que responde por mais de 15% do PIB brasílico.
A plataforma da MovimentAI foi desenvolvida para atuar de forma complementar ou integrada ao TMS já utilizado pelas empresas. Nela, o embarcador calcula o dispêndio do frete — por quilômetro, diária ou percentual da nota — e lança involuntariamente a oferta para parceiros, conforme o nível de contrato, seja com transportadoras ou diretamente com motoristas. As transportadoras, por sua vez, centralizam os clientes em um único pintura e distribuem rotas considerando disponibilidade, tipo de veículo, competências e histórico de performance.
O motorista recebe a solicitação via aplicativo traste ou WhatsApp, conforme o perfil definido, podendo admitir ou recusar em poucos minutos e informar o motivo da recusa. Caso não haja resposta, o sistema direciona involuntariamente a oferta para o próximo da fileira. Ao final, a plataforma gera o extrato financeiro pronto para auditoria de fretes, desempenado às condições contratuais do embarcador.
Plataforma logística e impacto operacional
De contrato com Sérgio Simões, a proposta segmento da premissa de que a logística depende de relações humanas e informação eficiente. “Logística é feita de pessoas, por pessoas e para pessoas”. Eu e o Claudio Sampaio, nosso CPTO e founder, desenvolvemos essa utensílio para conectar todo mundo num sistema que graduação, simplifica e alinha o jogo, sem forçar a veras de primeiro mundo”, diz.
A empresa projeta faturar R$ 1,5 milhão em 2026, com tapume de 100 clientes ativos na plataforma. Em operações já em curso, a MovimentAI afirma que as taxas de privação no carregamento caíram em até 80%, enquanto o tempo gasto pelas equipes para resolver ocorrências logísticas foi reduzido em 40%, evitando que cargas fiquem paradas nas docas.
Uma vez que complemento, a MovimentAI disponibilizou uma calculadora gratuita de custos logísticos, voltada a mensurar o impacto financeiro do no-show no carregamento. “Os números mostram quanto a falta de informação e tecnologias despreparadas impactam no dispêndio logístico, os números impressionam.”, afirma Claudio Sampaio, CPTO e fundador da empresa. A utensílio pode ser acessada em: https://www.movimentai.com.br/lpcalculadorav2.